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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

PETROBRAS - O ESCÂNDALO CONTINUA - CORRUPÇÃO - PROPINAS - SUPERFATURAMENTO

PeTrobras assinou contrato em branco com empresa holandesa

Bruno Chabas resolveu atualizar a correspondência quando viu um recado de Zoe Taylor-Jones, advogado da SBM, empresa holandesa que possui US$ 27,6 bilhões em contratos de navios e plataformas marítimas com a Petrobras. Eles lideravam a equipe que há meses revolvia os arquivos da diretoria recém-demitida. Rastreavam pagamentos de US$ 102,2 milhões em propinas a dirigentes da Petrobrás, intermediados pelo agente da companhia no Brasil Julio Faerman.

“Cavalheiros, sinto muito, mas esta é a última cereja do bolo”, ele escreveu a Chabas, presidente da SBM, e a mais quatro diretores, acrescentando: “Nós pagamos também a conta de telefone e de internet de Faerman”. Anexou uma fatura pendente de R$ 1.207,00 da operadora Sky.

Era 1h35m da madrugada de terça-feira, 17 de abril de 2012. Com a agenda da manhã seguinte sobrecarregada pela auditoria, Chabas mandou uma resposta irônica antes de dormir: “Essa relação nunca pára de me surpreender”.

Mais surpreendidos ficaram, dias atrás, os auditores e advogados do Tribunal de Contas da União, da Receita Federal e do Banco Central que analisaram para o Congresso a documentação dos negócios da Petrobrás com a SBM.

Comprovaram, por exemplo, que a diretoria da estatal subscreveu um contrato em branco para a construção do navio-plataforma P-57. Isso aconteceu na sexta-feira 1º de janeiro de 2008.

O contrato de construção da P-57 (nº 0801.0000032.07.2), que chegou à CPMI, não contém “informação expressa sobre seu valor”, relataram os técnicos, por escrito, à Comissão Parlamentar de Inquérito.

Na cláusula específica (“Quinta — Preço e Valor”), os campos simplesmente não foram preenchidos. Ficaram assim:

“5.1 O valor total estimado do presente CONTRATO é de R$ xxxxx (xxxx), compreendendo as seguintes parcelas:

5.1.1 R$ xxxxx (xxxx), correspondente aos serviços objeto do presente CONTRATO, sendo R$ _____ ( ) referente a serviços com mão-de-obra nacional e R$ _____ ( ), referente a serviços com mão de obra não residente;

5.1.2 R$ xxxxx (xxxx), correspondente aos reembolsos contratualmente previstos”.

QUASE UM ANO DEPOIS

Somente 207 dias depois — ou seja, passados sete meses — é que “esses valores foram ‘preenchidos’”, registraram os assessores da CPMI.

O “Aditivo nº 1” foi assinado na terça-feira 26 de agosto de 2008, mas ainda sem especificar os valores completos dos serviços nacionais e estrangeiros.

A plataforma P-57 foi vendida por US$ 1,2 bilhão à Petrobras. Por esse negócio, a SBM pagou US$ 36,3 milhões em propinas — o maior valor entre seus casos de corrupção no Brasil, como admitiu, em acordo de leniência com a promotoria da Holanda e o Departamento de Justiça dos EUA.

A empresa holandesa confessou ter distribuído US$ 102,2 milhões em subornos a dirigentes da Petrobras, entre 2005 e 2011. Assim, obteve 13 contratos de fornecimento de sistemas e serviços à estatal. Foram suas operações mais relevantes no país, durante os últimos cinco anos da administração Lula e no primeiro ano do governo Dilma Rousseff.

As propinas foram “para funcionários do governo brasileiro”, constataram a Receita e o Ministério Público da Holanda. Os pagamentos, segundo eles, fluíram a partir de empresas criadas pelo agente da SBM no Rio, Julio Faerman, no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas. Faerman controlava três (Jandell Investiments Ltd., Journey Advisors Co. Ltd. e Bien Faire Inc.) e partilhava outra (Hades Production Inc.) com o sócio carioca Luis Eduardo Barbosa da Silva.

Quem assinou o contrato da P-57 foi Pedro José Barusco Filho, que, na época, era gerente executivo da Diretoria de Engenharia e Serviços, comandada por Renato de Souza Duque.

No mês passado, Barusco se apresentou à procuradoria federal. Entregou arquivos, contas bancárias e se comprometeu a fazer uma confissão completa em troca da atenuação de penalidades. Informou possuir US$ 97 milhões guardados no exterior, dos quais US$ 20 milhões na Suíça já estão bloqueados. Duque foi preso e depois liberado. Agora, enfrenta acusações de corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência com políticos do Partido dos Trabalhadores. Ele nega tudo.

A comissão parlamentar de inquérito identificou outros sete funcionários da Petrobrás envolvidos no processo de compra da P-57. Eles são: Márcio Félix Carvalho de Bezerra; Luiz Robério Silva Ramos; Cornelius Franciscus Jozef Looman; Samir Passos Awad; Roberto Moro; José Luiz Marcusso e Osvaldo Kawakami.

Um ano depois da assinatura do contrato, a P-57 entrou no projeto de propaganda eleitoral do governo. Foi em outubro de 2009, quando Lula preparava Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil, para disputar a eleição presidencial de 2010.

O então presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, que é filiado ao PT, formatou um calendário de eventos. Escolheu o período entre o primeiro e o segundo turnos, em outubro de 2010, para o “batismo” da plataforma, sob a justificativa do 57º aniversário da estatal.

Era preciso, no entanto, garantir a entrega antecipada do equipamento. O diretor Duque e seu gerente Barusco recorreram ao agente da SBM no Rio. Faerman informou ser possível, mas a custos extras. Seguiu-se uma negociação com os funcionários Mario Nigri Klein, Ricardo Amador Serro, Antonio Francisco Fernandes Filho e Carlos José do Nascimento Travassos.

Em abril de 2010, Duque aprovou a despesa extraordinária pela antecipação da entrega da plataforma, apoiado por Barusco e outro gerente, José Antônio de Figueiredo.

Lula comandou o “batismo” da plataforma em comício em Angra dos Reis (RJ), na quinta-feira 7 de outubro. A antecipação da entrega para o evento, em meio à disputa presidencial, custou à Petrobras um extra de US$ 25 milhões. A SBM enviou US$ 750 mil líquidos para empresas de Faerman nas Ilhas Virgens Britânicas.

Tendo trabalhado por seis anos na estatal, nos anos 60, o agente da SBM no Rio conhecia como poucos os chefes, suas carreiras e as áreas de decisão na sede da Avenida Chile, no Centro. Mantinha encontros semanais com alguns.

Havia um padrão de abordagem, relata um engenheiro da Petrobras, evitando citar nomes. Iniciante na estatal, nos anos 90, passou a receber sucessivos elogios de um executivo da SBM no Rio, por seu desempenho nas avaliações dos projetos de afretamento de sondas e plataformas, etapa decisiva na rotina pré-contratual.

— Fiquei empolgado. Afinal, era um simples funcionário, estava começando e já recebia elogios de executivo de empresa de porte — contou. Um dia foi convidado para um jantar na Zona Sul.

A conversa suave, regada a vinho, derivou para seu trabalho na seção de custos de afretamentos. Depois de escolher o prato, o funcionário da Petrobras escutou uma proposta do representante, conhecido como o “homem forte” da SBM:

— Quero compartilhar com você parte da minha comissão — disse-lhe, apontando o dedo indicador para o alto, em alusão a eventuais lucros.

O incômodo à mesa é inesquecível:

— Não dormi naquela noite. Depois me convidaram várias vezes para trabalhar, até que desistiram.

No início de 2012, quando rastreava propinas pagas no Brasil, o advogado da empresa holandesa Zoe Taylor-Jones perguntou a Faerman sobre sua rotina de contatos, presentes e propinas a funcionários da Petrobrás. Ele negou, dizendo que se limitava a “enviar cartões de Natal”.

É certo que o agente da SBM no Rio mantinha uma rede de informantes no centro de decisões da estatal. Em junho de 2009, enviou a um dos chefes da companhia holandesa o projeto da Petrobras para criação de estações de liquefação de gás em alto-mar. “É informação muito confidencial nesse estágio e tem implicações muito sérias se alguma coisa vazar”, advertiu.

A cúpula em Amsterdã recebeu, também, uma cópia do “Plano Diretor do Pré-Sal”, classificado como “confidencial”, um mês antes de sua aprovação pela diretoria-executiva da Petrobras. O documento foi copiado com a senha “SG9W”, pertencente a Jorge Zelada, diretor Internacional. Ele admitiu, em audiência no Congresso, a propriedade, mas negou o repasse do plano do pré-sal.

— A senha é como uma assinatura digital — lembrou o gerente de segurança da estatal, Pedro Aramis, em outra audiência.

Neste domingo, a Petrobrás divulgou nota lembrando que, há dez meses, “tem se empenhado em apurar todas as relações entre representantes da empresa e representantes da SBM Offshore, buscando evidenciar eventuais desvios de conduta”. Acrescentou que, nesse período, “uma Comissão Interna investigou todos os empregados que tiveram participação direta ou indireta nos processos de contratação com a SBM, independente da posição gerencial ou técnica, passada ou presente, na companhia”.

“Mesmo sem encontrar evidências de suborno” — prossegue — recomendou-se a continuidade da apuração “de indícios de atos impróprios”. As informações obtidas “foram encaminhadas às autoridades”, conclui a Petrobrás.


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Fwd: Fw: Fwd: Fw: Dilma ainda não se deu conta da gravidade da ação contra a Petrobras nos EUA e manda seu ministro da Justiça conceder entrevistas patéticas

Antonio Dias Adv-A
13/12/2014
[Manter esta mensagem na parte superior de sua caixa de entrada]
Para:

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Ney Fonseca <@redelagos.com.br>
Data: 12 de dezembro de 2014
Assunto: Fw: Fwd: Fw: ilma ainda não se deu conta da gravidade da ação contra a Petrobras nos EUA e manda seu ministro da Justiça conceder entrevistas patéticas


Dilma ainda não se deu conta da gravidade da ação contra a PeTrobras nos EUA e manda seu ministro da Justiça conceder entrevistas patéticas

A presidente Dilma Rousseff, tudo indica, não está se dando conta de que, como diria o poeta, o dano pode ser maior do que o perigo. Está começando a sapatear à beira do abismo. Nesta terça, o procurador-geral da República prometeu agir com dureza contra os desmandos na Petrobras e cobrou a substituição de toda a diretoria. Estava num seminário, a que comparecera também José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, que assegurou que nada há contra a atual direção da empresa.

A presidente achou sua defesa tímida e o fez, pateticamente, convocar uma entrevista coletiva para reiterar que Graça Foster e equipe gozam da sua confiança. É evidente que isso não é tarefa para o titular da Justiça — afinal, existem, para tanto, um ministro das Minas e Energia e um chefe da Casa Civil. Ao mandar Cardozo pagar o mico, Dilma queria emprestar certa gravidade, digamos, “judicial” à prova de confiança. Há o risco de ninguém ter explicado a ela que ministro da Justiça não é… Poder Judiciário. Adiante!

O processo movido nos EUA por investidores que detêm ações da Petrobras tem potencial para levar a empresa à lona — a uma lona pior do que aquela em que está hoje. E notem: qualquer um que tenha os papéis, negociados entre 10 de maio de 2010 a 21 de novembro deste ano pode se juntar aos reclamantes até o dia 6 de fevereiro do ano que vem.

Sim, os fundos de pensão brasileiros que compraram papéis da Petrobras — Petros, Previ e Funcef — podem aderir. O governo fará de tudo para impedi-lo, mas eles têm autonomia para fazê-lo. É possível que eles tomem a decisão política de não agir contra a Petrobras. Mas aí as respectivas direções terão de prestar contar a seus sócios. E se os demais forem bem-sucedidos?

Dois escritórios movem as ações: o americano Wolf Popper, com sede em Nova York, e o brasileiro Almeida Law Advogados. Em entrevista a Geraldo Samor, da VEJA.com, o advogado André Almeida faz uma conta simples e, ao mesmo tempo, aterradora para a estatal brasileira. O valor de mercado da Petrobras caiu R$ 104 bilhões no período compreendido pela ação. Admitindo-se que 30% do capital da Petrobras esteja na forma de ADRs (as ações), o prejuízo a ser ressarcido poderia chegar a R$ 31 bilhões. Ocorre que, nos EUA, isso não é tudo: também há uma multa pelos chamados “danos punitivos”.

Sim, investimento em ações comporta riscos. A questão é o que fazer quando os exemplos de má governança se tornam tão escandalosamente evidentes e quando fica claro que uma quadrilha operava dentro da empresa. Faltaram advertências? Ao contrário. Não nos esqueçamos.

Em 2009, foi instalada uma CPI para apurar lambanças na estatal. Entre os fatos apontados no requerimento, podia-se ler:

“a) indícios de fraudes nas licitações para reforma de plataformas de exploração de petróleo, apontadas pela operação ‘Águas Profundas’ da Polícia Federal; b) graves irregularidades nos contratos de construção de plataformas, apontadas pelo Tribunal de Contas da União; c) indícios de superfaturamento na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, apontados por relatório do Tribunal de Contas da União”

O governo e o comando da empresa, presidida, então, pelo petista José Sérgio Gabrielli, fizeram questão de enterrar a investigação, afirmando que se tratava apenas de “guerra política”. Foi também em 2009 que o TCU recomendou a suspensão de repasses para obras da Petrobras, medida aprovada pelo Congresso. Mas Lula vetou e mandou soltar a dinheirama. Antes ainda, em 2007, o então advogado da estatal junto ao tribunal, Claudismar Zupiroli, enviou um e-mail à então secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, advertindo para o fato de que a empresa abusava do expediente de dispensar a Lei de Licitações.

Vale dizer: advertências e razões para investigar não faltaram. Com alguma competência e bom propósito, a roubalheira teria sido estancada. A chance de a Petrobras se meter numa encalacrada bilionária é gigantesca.

Mas Dilma prefere fazer de conta que nada está acontecendo e manda seu ministro da Justiça conceder entrevistas patéticas. “Ah, mas a atual diretoria da Petrobras não tem nada com isso!” Não importa! Ninguém está pedindo que seus integrantes sejam presos. Apenas se cobra que o comando da empresa seja entregue a técnicos, sem quaisquer vinculações políticas. Ou a sangria vai continuar.

Como se tem lembrado com propriedade, a Enron e a WordCom quebraram justamente na esteira de uma ação dessa natureza. Cuidado, Dilma!

Por Reinaldo Azevedo - VEJA

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

MARICÁ - ESTACIONAMENTOS PARTICULARES - ABUSO - TERRA SEM LEI

MARICÁ - ESTACIONAMENTOS PARTICULARES - ABUSO - TERRA SEM LEI

Em Maricá, Município do Estado do Rio de Janeiro, considerado por lei de iniciativa do Legislativo Estadual - Alerj - sem consulta a população local - como pertencente a Região Metropolitana, é acima de tudo uma “Cidade Sem Lei” que regulamente a exploração, por particulares, de espaços e áreas destinadas a estacionamentos particulares, havendo o fomento dos abusos justamente pela ausência de uma lei que organize e discipline o setor comercial.

Começaram, os proprietários destes estacionamentos, a anos passados, a cobrar o preço fixo de R$ 3,00 (três reais) e logo passaram para R$ 5,00 (cinco reais), numa clara demonstração de “cartel” do setor.

A Associação Comercial local em nada se manifestou ao longo destes anos do governo petista do prefeito quaquá, cujo o secretário municipal de transportes nada fez no sentido esperado pelos condutores ou proprietários de veículos, os usuários destes serviços.

Agora, nesta semana, houve um aumento violento na cobrança do estacionamento, passando para R$ 8,00 (oito reais) às vésperas do Natal e Ano Novo, uma majoração absurda de 62,5%.

Pesquisando na internet encontramos no blog “Alcaides e Edis” o seguinte projeto, e que sirva para inspirar o vereadores do município em questão, ou, ao senhor prefeito quaquá:
quinta-feira, 13 de março de 2014
PROJETO DE LEI MUNICIPAL - ESTACIONAMENTO PARTICULAR
PL - Projeto de Lei _____/ 2014.

            Ementa - Dispõe sobre a cobrança proporcional ao tempo efetivamente utilizado pelos serviços de estacionamento de veículos em estabelecimentos destinados ao aluguel de vagas.

            A Câmara Municipal de _________ aprovou e eu promulgo, nos termos do Artigo __ da Lei Orgânica do Município, os seguintes dispositivos do Projeto de Lei nº ____/14:

            Art. 1° - Fica assegurada aos consumidores usuários de estacionamento de veículos localizados na jurisdição e competência do Município de ____________, a cobrança proporcional ao tempo de serviço efetivamente prestado para a guarda do veículo, devendo a proporcionalidade ser calculada de acordo com a fração de hora utilizada, sem prejuízo dos demais direitos em face aos prestadores do serviço.
            Art. 2° - O cálculo do serviço de estacionamento deverá ser feito de acordo com a efetiva permanência do veículo, sendo que:
            § 1º - Para a primeira hora de estadia, a fração para o cálculo do valor do serviço não deverá ultrapassar 30 (trinta) minutos.
            § 2º - Para cada hora subseqüente, o valor cobrado não deverá exceder 30% do valor pago pela primeira hora.
            § 3º - Para o caso de estadia para determinado período do dia, bem como diárias e mensalidades, poderá ser fixado o valor aleatoriamente, independente da fração base para os demais cálculos.
            Art. 3 - Os responsáveis pela exploração de estacionamentos particulares deverão fornecer comprovante de estacionamento onde conste a placa do veículo, hora e minutos da entrada e da saída do local, e o valor correspondente pago, podendo ser emitido eletronicamente.
            § 1 - Os responsáveis pela exploração de estacionamentos particulares deverão manter na portaria ou entrada e em local visível, uma tabela com os valores e tempos praticados.
            § 2 - Os estacionamentos particulares deverão funcionar pelo período mínimo diário entre as 7 (sete) horas e 19 (dezenove) horas, tempo este a que ficarão sujeitos à tabela e cálculo fixado no artigo 2 desta lei.
            Art. 4° - O descumprimento desta lei acarretará em aplicação de multa diária contada da data da autuação, podendo resultar na cassação do alvará de funcionamento em caso de reincidência.
            § 1º - A multa que trata o caput deste artigo deverá ser destinada ao Fundo Municipal do Consumidor, observadas as disposições legais vigentes.
            § 2º - O Poder Executivo Municipal poderá regulamentar a presente lei, estipulando a multa a ser aplicada e o órgão responsável pela sua aplicação, cuja a multa não poderá ser inferior a uma UR - Unidade de Referência - do Município.
            Art. 5° - Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogando as disposições em contrário.
Município de ____________, em __ de __________ de 2014.

Nossas emendas ao presente anteprojeto:

Ao § 1º: - Para a primeira hora de estadia, a fração para o cálculo do valor do serviço não deverá ultrapassar 30 (trinta) minutos, e o valor correspondente não poderá ultrapassar a 2% (dois por cento) da Ufima em vigor.  

Ao Art. 4 - § 2º - O Poder Executivo Municipal poderá regulamentar a presente lei, estipulando a multa a ser aplicada e o órgão responsável pela sua aplicação, cuja a multa não poderá ser inferior a 10 (dez) Ufimas - Unidade Fiscal do Município - por cada violação.

Obs.: A UFIMA está fixada para 2014 em R$ 113,15.

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CÚRCUMA - AÇAFRÃO-DA-TERRA

CÚRCUMA

Cúrcuma: especiaria e suplemento anti-inflamatório

O que é a cúrcuma?

A cúrcuma é na realidade uma família de plantas. Mas habitualmente, aquando da utilização do termo "curcuma” é para fazer referência à curcuma longa, curcuma domestica, açafrão-das-índias, turmérico, açafroa ou açafrão-da-terra. Não deve ser confundido com o açafrão pois são bem distintos.
Da raiz da planta é que se obtém a especiaria e os suplementos de curcuma.

Para que serve a curcuma?

Por ter cor amarela e um sabor muito característico e forte, utiliza-se na culinária para dar cor a pratos de sabor mais doce e para pratos de peixe, já que mascara o sabor mais intenso destes. Confere uma cor agradável a molhos, sopas e pratos de arroz.
É usado pela indústria alimentar como corante e o seu aroma também é usado em perfumes.

Os efeitos da curcuma devem-se principalmente ao seu conteúdo de curcumina. A utilização da curcuma traz benefícios a diversos níveis:

Capacidade anti-inflamatória

Ao contrário do Harpagophytum que tem efeito mais marcado a nível osteoarticular, a curcuma apresenta uma capacidade mais abrangente. A curcumina influencia as vias da inflamação, atuando em mediadores inflamatórios com o TNF-alfa. Existem inúmeros estudos que demonstram diminuição da inflamação e consequente benefício, em casos de artrite reumatóide, osteoartrite, Alzheimer, inflamação de vias respiratórias, diabetes, modulação da inflamação no tecido adiposo.

Discute-se ainda, o papel que a curcuma poderá ter na prevenção de doenças inflamatórias e não só na diminuição da inflamação já instalada.

Outros efeitos:
Existem estudos que referem capacidade de inibição de células cancerígenas e o seu efeito antioxidante é inegável.

A curcuma tem interesse também na recuperação hepática e no alívio de dores de estômago.
Na forma de pasta pode ajudar a pele a regenerar melhor.

A suplementação com curcumina pode influenciar o efeito de medicação/suplementação anti-coagulante (varfarina, aspirina, ginseng, alho, ginkgo biloba) e de medicação anti-inflamatória.

Que dosagens?

- Não se conhecem efeitos adversos para além de mal-estar digestivo em casos de dosagem excessiva;

- Não existe uma dose recomendada, mas enquanto suplemento, 500mg de curcumina, 2 a 4 vezes por dia já demonstraram efeito anti-inflamatório e de alívio digestivo;

 - Sempre que possa, se gosta do aroma e sabor, use curcuma na preparação das suas refeições ou faça infusões.

As especiarias e ervas aromáticas são fantásticas e há que aproveitar os benefícios que nos podem trazer pelo seu uso no dia a dia. Em algumas situações a suplementação pode justificar-se para um efeito mais marcado. Anti-inflamatórios naturais são sempre uma forma de fugir aos efeitos secundários da medicação anti-inflamatória.
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5 Alimentos para Nunca Comer!

 Ligue seus alto falantes e aproveite uma apresentação valiosa:


Resumo:
1. Sucos concentrado - de laranja e outros, com dextrose e etc...
2. Margarinas - e outros com gorduras trans, etc...
3. Pão de trigo integral - e outros cheios de carboidratos de alta caloria... (o stress inunda o corpo de cortisol e aí ele pede mais carboidratos) ...
4. Soja processada - leite, sucos, mingaus, pães, biscoitos, etc...
5. Milho - GM* - geneticamente modificado* - transgênicos... aspartame, canola, etc...

Melhor fazer pequenos lanches a cada 3h e bem balanceados - cha verde contra adiponictina - Ler o Livro “A Verdadeira História da Soja, da Dra. Kaialla Danniel”.

* Aviso de Responsabilidade: O Clube Slim Down não é uma organização médica. Não considere quaisquer informações apresentadas nesta apresentação como aconselhamento médico ou diagnóstico. Além disso, observe que os resultados obtidos ao usar o nosso programa não são típicos e podem variar entre os diferentes membros devido a diferenças na história individual de exercícios, genética, idade, sexo, motivação pessoal e outros fatores. Você deve sempre consultar o seu médico ou profissional de saúde qualificado antes de embarcar em um novo tratamento, dieta ou programa de fitness.

O que é esta Apresentação?

Nesta apresentação gratuita, mas valiosa, vamos compartilhar com você cinco alimentos que lhe foi dito que são "saudáveis", que pode na verdade aumentar o ganho de peso indesejado. Você provavelmente está comendo esses alimentos diariamente, e eles não apenas adicionam aqueles centímetros extras ao redor de sua barriga, mas igualmente podem impedir você de perder peso.

O que é o Clube Slim Down?

O Clube Slim Down é uma Rede Social especial, que fornece aos seus membros informações valiosas sobre dieta e nutrição.
Nosso objetivo é compartilhar com nossos membros importantes informações atualizadas, notícias, estudos recentes e dicas de nutrição. Você vai aprender quais os alimentos que você deve comer e quais deve evitar para perder peso e ser saudável. Nosso objetivo é fornecer informações simples e precisas para que os nossos membros sejam capazes de lembrar, compartilhar e usar praticamente.

O objetivo Programa do Clube Slim Down
O seu corpo possui um plano integrado para ser magro e saudável. Nós mostramos a você como comer os alimentos certos nas combinações certas para você poder ter o corpo que a natureza designou para você: em forma, atraente, saudável e energético.

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Articles Artigos: O que acontece com seu cérebro em uma dieta - Por que você está com fome?
Você pode sentir fome em uma dieta, mas você não consegue realmente descobrir o porquê. Este é um problema comum e tem tanto a ver com o aspecto mental das coisas como com o físico. Este é um fenômeno que tem atormentado as pessoas de dieta durante anos porém há algumas respostas fáceis de entender. O problema é que você ...

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Um componente do café da manhã favorito em harmonia com frutas frescas. Delicioso...

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Cúrcuma

A cúrcuma é uma planta medicinal, também conhecida por açafrão-da-índia, açafrão-da-terra ou tumérico, muito utilizada para tratamento do fígado ou problemas gástricos.

A cúrcuma é uma planta com folhas longas e brilhantes com cerca de 60 cm com compridas raízes de coloração laranja. O seu nome científico é Curcuma longa e pode ser comprada em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação e até em alguns mercados pelo preço médio de 10 reais.

Para que serve a cúrcuma

A cúrcuma serve para o tratamento de problemas digestivos, como falta de apetite, indigestão ou acidez gástrica, problemas do fígado e da vesícula biliar, artrite, reumatismo, eczema, asma e psoríase. Além disso, a cúrcuma pode ser utilizada para diminuir os níveis de colesterol no sangue, inibir a formação de coágulos e aliviar os sintomas de tensão pré-menstrual.

Propriedades da cúrcuma

As principais propriedades da cúrcuma são a sua ação anti-inflamatória, antioxidante, antibacteriana e digestiva.

Modo de uso da cúrcuma

A parte mais utilizada da cúrcuma é o seu rizoma, no entanto, as suas folhas também podem ser utilizadas na preparação de alguns chás.

Infusão de cúrcuma: Colocar 1 colher de café de pó de cúrcuma em 150 ml de água fervente e deixar repousar por cerca de 10 a 15 minutos. Depois de amornar, beber até 3 xícaras por dia no intervalo das refeições.

Efeitos colaterais da cúrcuma

Os efeitos colaterais da cúrcuma estão relacionados com sua utilização excessiva, podendo causar irritação no estômago e enjoo.

Contraindicações da cúrcuma

A cúrcuma está contraindicada em pacientes que estejam tomando remédios anticoagulantes e com obstrução das vias biliares devido à pedra na vesícula. A cúrcuma na gravidez ou lactação só deve ser utilizada sob orientação médica.

Cúrcuma

Veja como pode usar a cúrcuma em:
Remédio caseiro para artrite reumatoide
Remédio caseiro para os triglicerídeos
Remédio caseiro para os triglicerídeos

Tatiana Zanin (Nutricionista)
Um ótimo remédio caseiro para baixar os triglicerídeos é o suco de abacaxi e bagaço de laranja, assim como o chá de cúrcuma.

Os triglicerídeos são uma espécie de gordura no sangue vinda da alimentação que, quando atingem valores acima de 200 mg/dl, podem ser prejudiciais ao organismo, principalmente para o coração, podendo causar aterosclerose ou derrame cerebral, por exemplo.

Assim, além destes remédios caseiros para os triglicerídeos, é importante o indivíduo fazer uma alimentação saudável constituída por saladas, legumes, verduras e carnes magras, não comer alimentos com açúcar, substituindo-o pelo adoçante, e preferir frutas frescas.
Suco de abacaxi e bagaço de laranja para baixar os triglicerídeos

O suco de abacaxi e bagaço da laranja é ótimo para baixar os triglicerídeos porque tanto o bagaço da laranja como o abacaxi possuem fibras solúveis que ajudam a diminuir a concentração de gordura na corrente sanguínea, contribuindo para baixar os valores de colesterol e triglicerídeos no sangue.

Ingredientes

2 copos de água
2 rodelas de abacaxi
1 laranja com bagaço
Suco de 1 limão
Modo de preparo

Bater todos os ingredientes no liquidificador, coar e beber diariamente, 2 vezes ao dia, de manhã e à noite.

Chá de cúrcuma para baixar os triglicerídeos

O chá de cúrcuma é um excelente remédio caseiro para baixar os triglicerídeos, pois esta planta medicinal contém propriedades antioxidantes que ajudam a eliminar as gorduras e toxinas do sangue e, consequentemente, os triglicerídeos e colesterol.

Ingredientes

1 colher (de café) de cúrcuma em pó
1 xícara de água
Modo de preparo

Colocar a água para ferver e, depois de fervida, juntar a cúrcuma. Tampar, deixar repousar durante 5 a 10 minutos, coar e beber 2 a 4 xícaras do chá por dia.

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AÇAFRÃO-DA-TERRA

Açafrão-da-terra: planta medicinal com forte efeito antioxidante, tendo uma ação preventiva contra o câncer, pode ser encontrada em pó ou em cápsulas.

Nomes
Nomes em português: açafrão-da-terra, açafrão-da Índia, curcuma
Nome latim: Curcuma aromatica, Curcuma longa
Nome francês: Curcuma, safran des Indes
Nome inglês: curcuma
Nome alemão: Curcuma

Família - Zingiberaceae (Zingiberáceas)

Constituintes - Óleo essencial, curcumina

Partes utilizadas - Rizoma seco

Propriedades do açafrão - Antioxidante, antiinflamatório, amargo, anticoagulante, colerético

Indicações do açafrão
- Na prevenção do câncer, ação antioxidante da curcumina (um composto do curcuma).
- Contra os reumatismos, graças à sua forte ação antiinflamatória
- Contra o excesso de colesterol
- Contra a acidez gástrica, a síndrome do cólon irritavél, a "crise de fígado"
- Em dermatologia, para aplicação local (por ex.: em forma de cataplasma), o açafrão pode ajudar no tratamento da psoríase.

Efeitos secundários - Distúrbios gástricos (em alta dose)

Contra-indicações - Afecções gastro-intestinais, como oclusão das vias biliares, cálculos biliares

Preparações à base de açafrão-da-terra

- Pó de açafrão-da-terra, para consumir diretamente em uso interno (por ex: contra a gastrite) ou para uso externo, em forma de cataplasma.

- Cataplasma de açafrão-da-terra

- Cápsula de açafrão-da-terra

- Decocção de açafrão-da-terra

- Tintura de açafrão-da-terra

Onde cresce o açafrão-da-terra?
O açafrão é originário da Ásia e cresce principalmente na região da Índia e do sudeste da Ásia. 

Quando colher o açafrão-da-terra?
- Observações
- O açafrão-da-terra é uma planta clássica das medicinas asiáticas (indiana ou chinesa), mas nos últimos anos  fez uma aparição midiática  no ocidente, devido à sua ação antioxidante na prevenção do câncer.

- O açafrão-da-terra é naturalmente utilizado na cozinha indiana e serve para dar uma coloração amarelada aos pratos, no entanto, atualmente ele é mais utilizado como especiaria.

- Você deve saber que a curcumina é um importante antioxidante (contra o câncer) e anti-inflamatório do açafrão. Os consumidores podem ser induzidos a comprar para a culinária, o pó com uma taxa de 3/4 gramas por colher de chá, tituladas a 5/6% de curcumina, neste caso as pessoas podem não sentir os benefícios exceto sobre a digestão. Na verdade, para obter um efeito anti-inflamatório a dose da curcumina deve ser extremamente elevada. Pergunte ao seu farmacêutico para mais informações.

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OS VEÍCULOS QUE MAIS PERDERAM VALOR EM 2014

Os 30 carros que mais perderam valor em 2014

Com depreciação de 23,8% em um ano, Hyundai Azera ficou na primeira posição da lista dos carros mais desvalorizados

1º lugar: Hyundai Azera - Desvalorização em um ano: -23,8%
2º lugar: JAC J3 - Desvalorização em um ano: -22,7%
3º lugar: JAC J3 Turin - Desvalorização em um ano: -22,3%
4º lugar: Chery Tiggo - Desvalorização em um ano: -21,5%
5º lugar: Lifan X60 - Desvalorização em um ano: -19,0%
6º lugar: Kia Soul - Desvalorização em um ano: -18,6%
7º lugar: Fiat Linea - Desvalorização em um ano: -18,4%
8º lugar: Chery QQ - Desvalorização em um ano: -18,1%
9º lugar: Citroën C3 Picasso - Desvalorização em um ano: -18,0%
10º lugar: Jeep Grand Cherokee - Desvalorização em um ano: -18,0%
11º lugar: Suzuki Grand Vitara - Desvalorização em um ano: -17,8%
12º lugar: Citroën Aircross - Desvalorização em um ano: -17,7%
13º lugar: Volkswagen Polo Sedã - Desvalorização em um ano: -17,7%
14º lugar: Fiat Bravo - Desvalorização em um ano: -17,5%
15º lugar: Peugeot 408 - Desvalorização em um ano: -17,5%
16º lugar: Hyundai Tucson - Desvalorização em um ano: -17,5%
17º lugar: Hyundai Santa Fe - Desvalorização em um ano: -17,5%
18º lugar: Renault Logan - Desvalorização em um ano: -17,2%
19º lugar: Mitsubish Lancer - Desvalorização em um ano: -17,1%
20º lugar: Land Rover Discovery - Desvalorização em um ano: -17,1%
21º lugar: Chery Celer - Desvalorização em um ano: -17,0%
22º lugar: Mitsubish Pajero - Desvalorização em um ano: -17,0%
23º lugar: Mercedes-Benz Classe E - Desvalorização em um ano: -16,7%
24º lugar: MINI Cooper - Desvalorização em um ano: -16,6%
25º lugar: Sonic Sedã - Desvalorização em um ano: -16,5%
26º lugar: Volkswagen Polo - Desvalorização em um ano: -16,5%
27º lugar: Kia Sportage - Desvalorização em um ano: -16,5%
28º lugar: Hyundai ix35 - Desvalorização em um ano: -16,4%
29º lugar: Mercedes-Benz Classe C - Desvalorização em um ano: -16,4%
30º lugar: Chevrolet Sonic - Desvalorização em um ano: -16,3%


Os menos "beberrões"

São Paulo - O ranking de consumo de combustível dos carros do Inmetro foi novamente atualizado. Do início do ano até maio foram adicionadas 43 novas versões de veículos à lista, que atualmente totaliza 538 modelos de 36 montadoras.

Para chegar ao resultado do ranking, o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro, feito em parceria com o programa CONPET, conduzido pela Petrobras, submete os carros a testes realizados em laboratórios e os categoriza em seis grupos, que vão de A a E.

Recebem a etiqueta com faixas coloridas A os produtos mais eficientes e a etiqueta E aqueles com maior consumo.

A participação das montadoras é voluntária. Apenas não aceitaram fazer parte da pesquisa a GM/Chevrolet, a Ssangyong e a Haima.

Navegue pelas fotos e veja quais modelos foram enquadrados na categoria A - na comparação geral, ou na comparação entre carros da mesma categoria - e receberam o selo CONPET de eficiência energética.

Os carros foram ordenados por categoria (de sub compacto a esportivo) e por montadora (em ordem alfabética).

Para ver o levantamento completo acesse a tabela do Inmetro.

Fiat Novo Uno

Versões: 1.0 8V Vivace (2 e 4 portas)// Economy Evo 4 portas
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 12,3 (Vivace) 12,5 (Economy)
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 14,5 (Vivace) 15,2 (Economy)
Consumo de álcool na cidade (km/l): 8,3 (Vivace) 8,7 (Economy)
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,4 (Vivace) 10,4 (Economy)
Categoria: Sub Compacto

Fiat Palio Fire 2014

Versões: 1.0-8V Fire (2 e 4 portas)
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 12,3
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 15,0
Consumo de álcool na cidade (km/l): 8,8
Consumo de álcool na estrada (km/l): 10,3
Categoria: Sub Compacto

Nissan March

Versões: 1.0-16V 10 (com e sem ar-condicionado) // 1.0-16V 10S (com ar-condicionado)
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 12,6 (versão sem ar); 12,3 (versões com ar)
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 15,0 (versão sem ar); 14,5 (versões com ar)
Consumo de álcool na cidade (km/l): 8,9 (versão sem ar); 8,4 (versões com ar)
Consumo de álcool na estrada (km/l): 10,4 (versão sem ar); 9,7 (versões com ar)
Categoria: Sub Compacto

Nissan New March

Versões: New March 1.0-16V 10S, 10SV e 10MT // New March 1.6-16V 16, 16S, 16SV e 16SL
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 12,5 (todas as versões 1.0); 11,6 (todas as versões 1.6)
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 14,8 (todas as versões 1.0); 13,2 (todas as versões 1.6)
Consumo de álcool na cidade (km/l): 8,7 (todas as versões 1.0); 8,1 (todas as versões 1.6)
Consumo de álcool na estrada (km/l): 10,4 (todas as versões 1.0); 9,3 (todas as versões 1.6)
Categoria: Sub Compacto

Renault Clio

Versões: 1.0-16V Authentique (3 e 5 portas, com e sem ar-condicionado) //1.0-16V Expression (3 e 5 portas, com e sem ar-condicionado)
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 14,3 (versões sem ar); 13,1 (versões com ar)
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 15,8 (versões sem ar); 14,3 (versões com ar)
Consumo de álcool na cidade (km/l): 9,5 (versões sem ar); 9,1 (versões com ar)
Consumo de álcool na estrada (km/l): 10,7 (versões sem ar); 9,6 (versões com ar)
Categoria: Sub Compacto

Volkswagen Fox

Versões: 1.0-12V BlueMotion (2 e 4 portas)
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 12,7
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 14,4
Consumo de álcool na cidade (km/l): 8,8
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,9
Categoria: Sub Compacto

Volkswagen Up!

Versões: 1.0-12V take (2 e 4 Portas) // 1.0-12V move (2 e 4 Portas) // 1.0-12V high (4 Portas) // 1.0-12V black, white, red (4 Portas) // 1.0-12V move I-Motion (2 e 4 portas com7 transmissão automática) // 1.0-12V high I-Motion (4 portas, transmissão automática) // 1.0-12V black, white, red I-Motion (4 portas, transmissão automática)
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 13,2 (versões manuais); 13,0 (versões automáticas)
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 14,3 (versões manuais); 14,4 (versões automáticas)
Consumo de álcool na cidade (km/l): 9,1 (versões manuais); 9,0 (versões automáticas)
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,9 (versões manuais); 10,0 (versões automáticas)
Categoria: Sub Compacto

Citroën C3

Versões: 1.5-8V Origine // 1.5-8V Tendance// 1.5-8V Exclusive
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 11,9
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 14,7
Consumo de álcool na cidade (km/l): 7,5
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,3
Categoria: Compacto

Fiat Siena

Versões: 1.0 8V EL
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 11,9
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 14,4
Consumo de álcool na cidade (km/l): 8,0
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,7
Categoria: Compacto

Ford New Fiesta

Versões: 1.6 16V SE (transmissão manual ou automática dupla embreagem, DCT-6) // 1.6 16V Titanium (transmissão manual ou automática dupla embreagem, DCT-6)
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 12,0 (versões manuais); 11,4 (versões DCT)
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 14,3 (versões manuais); 13,9 (versões DCT)
Consumo de álcool na cidade (km/l): 8,0(versões manuais); 7,9 (versões DCT)
Consumo de álcool na estrada (km/l): 10,0(versões manuais); 9,9 (versões DCT)
Categoria: Compacto

Novo Honda Fit

Versões: Novo Fit 1.5-16V - versões DX e LX com transmissão manual e versões DX, LX, EX e EXL, com transmissão contínua
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 11,6 (Novo Fit, versões manuais); 12,3 (Novo Fit, versões com transmissão contínua)
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 13,6 (Novo Fit, versões manuais); 14,1 (Novo Fit, versões com transmissão contínua) 
Consumo de álcool na cidade (km/l): 8,3 (Novo Fit, versões manuais); 8,3 (Novo Fit, versões com transmissão contínua)
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,5 (Novo Fit, versões manuais); 9,9 (Novo Fit, versões com transmissão contínua)
Categoria: Compacto

Novo Toyota Etios Cross

Versões: 1.3 16V X // 1.5 16V XS // 1.5 16V XLS // 1.5 16V Cross
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 12,5 (1.3 16V X); 12,4 (demais versões)
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 13,0 (1.3 16V X); 13,4 (demais versões)
Consumo de álcool na cidade (km/l): 8,5 (todas as versões)
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,0 (1.3 16V X); 8,9 (demais versões)
Categoria: Compacto

Volkswagen Gol

Versões: 1.0 8V BlueMotion Technology (2 e 4 portas sem ar-condicionado) // 1.0 8V (2 e 4 portas com ar) // 1.0 8V City (2 e 4 portas com ar) // 1.0-8V Trendline (2 e 4 portas com ar)// 1.0-8V Comfortline (2 e 4 portas com ar)// 1.0-8V Seleção (com ar)
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 11,8 (BlueMotion); 11,6 (demais versões)
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 14,9 (BlueMotion); 13,9 (demais versões)
Consumo de álcool na cidade (km/l): 8,0 (BlueMotion); 7,7 (demais versões)
Consumo de álcool na estrada (km/l): 10,1 (BlueMotion); 9,6 (demais versões)
Categoria: Compacto

Ford New Fiesta Sedan

Versões: 1.6 16V SE (transmissão manual ou automática dupla embreagem - DCT-6) // 1.6 16V Titanium (transmissão manual ou automática dupla embreagem – DCT-6)
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 11,2 (versões manuais); 11,4 (versões DCT)
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 14,1 (versões manuais); 13,9 (versões DCT)
Consumo de álcool na cidade (km/l): 8,0 (versões manuais); 7,9 (versões DCT)
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,7 (versões manuais); 9,9 (versões DCT)
Categoria: Médio

Nissan Versa

Versões: 1.6 16V 16 // 1.6 16V 16S // 1.6 16V 16SV // 1.6 16V 16SR // 1.6 16V 16SL
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 11,7
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 13,9
Consumo de álcool na cidade (km/l): 7,8
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,3
Categoria: Médio

Toyota Etios Sedan

Versões: 1.5 16V X // 1.5 16V XS // 1.5 16V XLS
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 11,9
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 14,0
Consumo de álcool na cidade (km/l): 8,4
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,3
Categoria: Médio

Honda Civic

Versões: 1.8-16V LXS, transmissão manual e transmissão automática
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 10,7 (versão manual); 10,5 (versão automática)
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 13,4 (ambas as versões)
Consumo de álcool na cidade (km/l): 7,4 (versão manual); 7,3 (versão automática)
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,5 (versão manual); 10,0 (versão automática)
Categoria: Grande

Kia Cerato

Versões: 1.6 16V EX3 MTNB // 1.6 16V LX3 MTNB // 1.6 16V SX3 MTNB (todas com transmissão manual)
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 10,0
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 14,0
Consumo de álcool na cidade (km/l): 6,8
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,3
Categoria: Grande

Renault Fluence

Versões: 2.0 16V Dynamique (transmissão manual)
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 10,2
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 14,1
Consumo de álcool na cidade (km/l): 6,8
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,2
Categoria: Grande

Toyota Corolla

Versões: 1.8 16V Gli (transmissão manual ou automática) // 1.8 16V XLi (transmissão manual ou automática)
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 10,2 (versões manuais); 10,5 (versões automáticas)
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 13,5 (versões manuais); 13,3 (versões automáticas)
Consumo de álcool na cidade (km/l): 7,0 (versões manuais); 7,1 (versões automáticas)
Consumo de álcool na estrada (km/l): 9,6 (versões manuais); 9,1 (versões automáticas)
Categoria: Grande

Fiat Novo Uno Way

Versões: 1.4 8V Way
Consumo de gasolina na cidade (km/l): 11,1
Consumo de gasolina na estrada (km/l): 12,6
Consumo de álcool na cidade (km/l): 7,6
Consumo de álcool na estrada (km/l): 8,6
Categoria: Utilitário esportivo compacto


Para ver o levantamento completo acesse a tabela do Inmetro: