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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

MARICÁ NO LAVA JATO - O GRUPO HOPE E SECRETARIA DE EDUCAÇÃO - HOPE RH E A PETROBRAS


Antonio Marcos Mendonça
2 h ·
TERÇA-FEIRA, 16 DE DEZEMBRO DE 2014
Hope, citada no "Petrolão", recebeu R$ 22,4 milhões da Secretaria de Educação de Maricá
Ricardo Vieira Ferreira - A HOPE CONSULTORIA DE RECURSOS HUMANOS LTDA foi contratada pela Secretaria de Educação desde 2009, sob o comando do atual vice-prefeito MARCOS RIBEIRO. Sua sucessora na Secretaria, e esposa, MARTA DE MELLO QUINAN, continuou com as operações. O motivo para tais contratações seria a especialização em “SERVIÇOS DE VIGIA” num primeiro momento e depois, por especialização em “MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS”.
Segundo matéria do jornal O GLOBO, o delator PAULO ROBERTO COSTA fez referência à HOPE conforme reprodução (abaixo) de matéria do citado jornal.
As relações da HOPE com a PETROBRAS são confirmadas por acórdão em reclamação trabalhista mostrado na sua parte inicial nos anexos desta matéria. Durante a última campanha eleitoral os jornais publicaram supostos pedidos de ajuda feitos ao delator PAULO ROBERTO COSTA pelo candidato do PT ao Governo do Estado. Nas próximas postagens publicaremos os valores recebidos e a Ação de Improbidade Administrativa a que respondem o prefeito, a HOPE e seus administradores, distribuída pelo Ministério Público em 2013, o que levou à suspensão das operações em Maricá.
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Lava-Jato
Fornecedores da Petrobras sob suspeita financiaram campanha de 121 parlamentares em atividade
Na Câmara, 96 dos deputados eleitos receberam dinheiro de empresas investigadas. Senado tem 25 integrantes com contribuições de campanha feitas por companhias ligadas ao doleiro Alberto Youssef

Por Daniel Haidar, do Rio de Janeiro

Dos deputados e senadores da atual legislatura, pelo menos 121 receberam dinheiro oficialmente como doação de campanha de empresas investigadas pela operação Lava-Jato, da Polícia Federal. Um levantamento feito pelo site de VEJA nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revela que 96 dos parlamentares da Câmara e 25 do Senado estão na lista de beneficiados por repasses feitos por fornecedores da Petrobras. As doações foram feitas como manda o figurino, e não há até o momento qualquer suspeita sobre quem recebeu o dinheiro.

As empresas doadoras passaram a ser investigadas pela Lava-Jato porque depositaram recursos para a M.O. Consultoria - empresa de fachada do doleiro Alberto Youssef - ou porque foram cobradas a fazer doações pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. O grupo de congressistas eleitos atualmente em atividade recebeu, ao todo, 29,7 milhões de reais de um conjunto de 18 grupos empresariais sob suspeita.

Como mostrou reportagem do site de VEJA, os fornecedores da Petrobras agora investigados doaram, oficialmente, 856 milhões de reais a partidos e candidatos entre 2006 e 2012. Entre os parlamentares em atuação no Congresso, o PT desponta com 12,6 milhões de reais recebidos, seguido por PP (4,4 milhões) e PMDB (2,6 milhões). Parlamentares da oposição, como DEM e PSDB, também foram beneficiados com 2,1 milhões de reais e 2 milhões, respectivamente.

Os beneficiados pelos grupos suspeitos formam uma bancada multipartidária. E, para especialistas, isso cria riscos para o sucesso de investigações de qualquer CPI no Congresso que pretenda investigar irregularidades na Petrobras. “Não significa que todos vão defender os interesses desses grupos, mas, em qualquer decisão que se tome, tem que ser analisado se os parlamentares não servem aos interesses de financiadores. Isso só pode ser verificado na atuação concreta”, alertou o diretor-executivo da ONG Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo.

Suspeita de ter liberado mais de 7,9 milhões de reais em propinas a Costa e Youssef, a Camargo Corrêa financiou 31 deputados federais e oito senadores em atuação no Congresso. Entre os suspeitos, é o grupo com maior quantidade de parlamentares financiados no poder. No Senado, foram beneficiados parlamentares como o líder do PT, Humberto Costa, e futuros candidatos petistas a governos estaduais, como Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR). Cada um recebeu 1 milhão de reais para tocar a campanha.

Leia também:
Empresas sob suspeita faturaram R$ 31 bilhões com a Petrobras na era PT
Família de ex-diretor da Petrobras comprou 13 imóveis nos últimos cinco anos

Na Câmara, o conglomerado financiou também a candidatura do líder do PMDB e comandante dos rebeldes na base do governo, Eduardo Cunha (RJ), com 500.000 reais. Oposicionistas como Beto Albuquerque, líder do PSB, e Mara Gabrilli (PSDB) também levaram recursos da empreiteira.

No Senado, Gleisi e Lindbergh são os parlamentares com maior volume recebido desse gupo de empresas. Cada um recebeu de cinco fornecedores envolvidos na operação. Só da OAS, que depositou 1,6 milhão de reais em contas da empresa de fachada comandada por Youssef, Gleisi recebeu um milhão de reais em doações oficiais na eleição de 2010, enquanto Lindbergh angariou 200.000 reais. A OAS financiou, no total, 24 deputados federais e sete senadores em exercício. É o segundo grupo em quantidade de parlamentares financiados.

Outra empresa diretamente ligada à empresa fantasma de Youssef é a Arcoenge, que depositou 491.000 reais em contas operadas pelo doleiro, e ajudou a eleger três deputados federais e um senador. Entre os beneficiados estão o líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), o oposicionista Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e o senador Magno Malta (PR-ES). Vicentinho ganhou 116.000 reais do grupo, Malta embolsou 100.000 e, Lorenzoni, 50.000 reais. Conheça a lista de parlamentares que receberam doações do grupo:
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Lava-Jato

Empresas em lista de ex-diretor da Petrobras multiplicaram valor de doações para campanhas
Sete companhias aparecem com indicativos de pagamentos a candidatos
por Danilo Fariello, Paulo Celso Pereira e Vinicius Sassine
14/04/2014

BRASÍLIA - As empresas listadas na caderneta de Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras preso pela Polícia Federal (PF) na Operação Lava-Jato, elevaram em mais de dez vezes o valor de doações para campanhas eleitorais em seis anos, conforme os registos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A PF apreendeu na casa de Costa uma lista com sete companhias, escrita de próprio punho, em data indefinida, com indicativos de pagamento a candidatos e financiamento de campanhas eleitorais.

As prestações de contas ao TSE mostram que cinco dessas sete empreiteiras fizeram doações legais de R$ 10,5 milhões em 2006, ano de disputa aos cargos de deputado, senador, governador e presidente. Quatro anos depois, as doações de seis dessas empresas saltaram para R$ 114,5 milhões. Na última eleição, para prefeito e vereador em 2012, as empreiteiras continuaram generosas com os candidatos, com um desembolso de R$ 116,9 milhões.

Costa anotou numa tabela na caderneta apreendida pela PF, os nomes das empresas e, ao lado, os nomes dos executivos responsáveis, mais a “solução” para cada uma delas. Essa “solução”, segundo suspeita a PF, indica um possível financiamento de campanhas eleitorais. As empreiteiras listadas são Mendes Júnior, UTC/Constran, Engevix, Iesa, Toyo Setal e Andrade Gutierrez. Para a Andrade Gutierrez, porém, o espaço para a “solução” está em branco. Há ainda uma sétima empresa, a Hope RH, que atua com consultoria e serviços, que doou em 2006 e 2010. Todas as empresas já negaram qualquer tipo de intermediação de doações por Costa. Apenas a Toyo Setal não aparece como doadora oficial de campanhas eleitorais em 2006, 2010 e 2012.

Costa atuava em conjunto com o doleiro Alberto Youssef, que também está preso desde a deflagração da Operação Lava-Jato, em meados de março. A suspeita da PF é de que a dupla arrecadava dinheiro de empresas fornecedoras da Petrobras para abastecer campanhas políticas, seja por dentro – doações registradas no TSE – ou por fora – o tradicional caixa dois.

Ao lado da Mendes Júnior, por exemplo, o ex-diretor da Petrobras escreveu, no campo “solução”: “Está disposto a colaborar. Iria falar com executivos para saber se já ajudaram em algo.” A UTC/Constran, por sua vez, “já está colaborando, mas vai intensificar mais para campanha a pedido de PR” – PR seria uma referência ao próprio ex-diretor da Petrobras.

Candidatos de partidos da base aliada do governo federal lideram em recebimentos das empreiteiras da lista de Costa. Apenas PT e PMDB respondem por mais de 50% das doações das empresas.

O PT está no topo da lista, com R$ 83 milhões em doações recebidas. A Mendes Júnior, por exemplo, doou R$ 1 milhão para a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010. Naquele mesmo ano, a UTC doou para as campanhas dos senadores petistas Gleisi Hoffmann (PR) e Lindbergh Farias (RJ) e do presidente do PT, Rui Falcão (SP). A Constran – vendida à UTC – doou R$ 250 mil a Aloizio Mercadante, que disputou o governo de São Paulo pelo PT e hoje é ministro da Casa Civil. Segundo a revista “O Empreiteiro”, 100% dos contratos da Constran são públicos e na Mendes Júnior, 96%.

No caso da Andrade Gutierrez, maior doadora de campanhas da lista, o volume de contribuições políticas cresceu muitas vezes acima da sua receita. Em 2006, a empresa mineira doou R$ 4,4 milhões em campanhas, valor que saltou a R$ 65 milhões em 2010 e avançou ainda a R$ 82 milhões em 2012. No período, a receita bruta da empresa avançou menos, de R$ 1,73 bilhão em 2006 para R$ 4,6 bilhões em 2012, segundo a revista “O Empreiteiro”.

Procurada, a empresa informou que “todas as doações de campanha são realizadas de acordo com a legislação eleitoral brasileira” e que “não há o que comentar sobre a lista citada já que as informações que constam no documento citado são informações públicas da companhia”. Procurada, a UTC informou que não tem nenhuma declaração a fazer e que "todas as informações pertinentes foram dadas às autoridades eleitorais". As demais empresas não foram localizadas ontem.

O principal aliado da base de Dilma, o PMDB, foi o segundo beneficiário em repasses, com R$ 47 milhões. O levantamento das doações, porém, mostra que as empreiteiras destinam recursos para os principais partidos da política brasileira, incluídos os da oposição. O PSDB é o terceiro beneficiário de recursos, com R$ 44 milhões. Em 2010, a campanha do tucano Aécio Neves (MG) ao Senado recebeu R$ 200 mil da Mendes Júnior. Hoje, ele é pré-candidato à Presidência. PPS e DEM também foram contemplados com recursos das empreiteiras.

O período em que foi percebido o avanço do volume de doações de campanha das empresas combina com a descoberta do pré-sal e a disparada dos investimentos no setor de petróleo e gás no país, no qual todas as companhias listadas atuam.

Coordenador do grupo que debate a reforma política na Câmara, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) minimiza o peso das doações na definição das políticas públicas.

— Eu não acho que a doação eleitoral condicione o voto nem o comportamento político. Tanto é que elas doam para o PT e PSDB. Não tem nenhum acordo prévio, o interesse dessas empresas é porque elas fazem parte do Brasil e podem apoiar tal ou qual política que está se desenvolvendo. Você vê isso no mundo inteiro, nos Estados Unidos com mais nitidez inclusive — afirma Vaccarezza.

A proposta de emenda constitucional formulada pelo grupo inclui alterações no sistema de votações, o fim do voto obrigatório e mudanças no financiamento, que só poderia ser feito aos partidos. Para o deputado Marcus Pestana (PSDB-MG), que representa os tucanos no debate, é essencial interromper a relação individual de candidatos com financiadores.

— Não tem modelo perfeito, nem de sistema eleitoral, nem de financiamento. O financiamento público exclusivo, que daria uma neutralidade, dificilmente passaria num plebiscito porque bastaria alguém carismático gravar um comercial dizendo que estavam tirando dinheiro da educação e da saúde para colocar em campanha política. O essencial é interromper a relação individual dos políticos com as empresas privadas, que não acho saudável. O modelo atual de financiamento é humilhante para quem é honesto e a porta da corrupção para quem não é.

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Lava-Jato: fornecedores da Petrobras sob suspeita financiaram campanha de 121 parlamentares em atividade

Na Câmara, 96 dos deputados eleitos receberam dinheiro de empresas investigadas. Senado tem 25 integrantes com contribuições de campanha feitas por companhias ligadas ao doleiro Alberto Youssef

Publicado por Raymundo Passos -
Por Daniel Haidar

Dos deputados e senadores da atual legislatura, pelo menos 121 receberam dinheiro oficialmente como doação de campanha de empresas investigadas pela operação Lava-Jato, da Polícia Federal. Um levantamento feito pelo site de VEJA nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revela que 96 dos parlamentares da Câmara e 25 do Senado estão na lista de beneficiados por repasses feitos por fornecedores da Petrobras. As doações foram feitas como manda o figurino, e não há até o momento qualquer suspeita sobre quem recebeu o dinheiro.

As empresas doadoras passaram a ser investigadas pela Lava-Jato porque depositaram recursos para a M. O. Consultoria - empresa de fachada do doleiro Alberto Youssef - ou porque foram cobradas a fazer doações pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. O grupo de congressistas eleitos atualmente em atividade recebeu, ao todo, 29,7 milhões de reais de um conjunto de 18 grupos empresariais sob suspeita.

Como mostrou reportagem do site de VEJA, os fornecedores da Petrobras agora investigados doaram, oficialmente, 856 milhões de reais a partidos e candidatos entre 2006 e 2012. Entre os parlamentares em atuação no Congresso, o PT desponta com 12,6 milhões de reais recebidos, seguido por PP (4,4 milhões) e PMDB (2,6 milhões). Parlamentares da oposição, como DEM e PSDB, também foram beneficiados com 2,1 milhões de reais e 2 milhões, respectivamente.

Os beneficiados pelos grupos suspeitos formam uma bancada multipartidária. E, para especialistas, isso cria riscos para o sucesso de investigações de qualquer CPI no Congresso que pretenda investigar irregularidades na Petrobras. “Não significa que todos vão defender os interesses desses grupos, mas, em qualquer decisão que se tome, tem que ser analisado se os parlamentares não servem aos interesses de financiadores. Isso só pode ser verificado na atuação concreta”, alertou o diretor-executivo da ONG Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo.

Suspeita de ter liberado mais de 7,9 milhões de reais em propinas a Costa e Youssef, a Camargo Corrêa financiou 31 deputados federais e oito senadores em atuação no Congresso. Entre os suspeitos, é o grupo com maior quantidade de parlamentares financiados no poder. No Senado, foram beneficiados parlamentares como o líder do PT, Humberto Costa, e futuros candidatos petistas a governos estaduais, como Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR). Cada um recebeu 1 milhão de reais para tocar a campanha.

Na Câmara, o conglomerado financiou também a candidatura do líder do PMDB e comandante dos rebeldes na base do governo, Eduardo Cunha (RJ), com 500.000 reais. Oposicionistas como Beto Albuquerque, líder do PSB, e Mara Gabrilli (PSDB) também levaram recursos da empreiteira.

No Senado, Gleisi e Lindbergh são os parlamentares com maior volume recebido desse gupo de empresas. Cada um recebeu de cinco fornecedores envolvidos na operação. Só da OAS, que depositou 1,6 milhão de reais em contas da empresa de fachada comandada por Youssef, Gleisi recebeu um milhão de reais em doações oficiais na eleição de 2010, enquanto Lindbergh angariou 200.000 reais. A OAS financiou, no total, 24 deputados federais e sete senadores em exercício. É o segundo grupo em quantidade de parlamentares financiados.

Outra empresa diretamente ligada à empresa fantasma de Youssef é a Arcoenge, que depositou 491.000 reais em contas operadas pelo doleiro, e ajudou a eleger três deputados federais e um senador. Entre os beneficiados estão o líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), o oposicionista Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e o senador Magno Malta (PR-ES). Vicentinho ganhou 116.000 reais do grupo, Malta embolsou 100.000 e, Lorenzoni, 50.000 reais. Conheça a lista de parlamentares que receberam doações do grupo:

    As doações para campanha

    GRUPO  HOPE 1 DEPUTADO FEDERAL R$ 30.000,00

    WILSON DA COSTA RITTO FILHO (sócio do grupo Hope) 1 DEPUTADO FEDERAL R$ 10.000,00

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Mensalão 2: ex-diretor da Petrobras entrega empresas de cartel

10/09/2014
Paulo Roberto Costa apresentou nomes de empreiteiras que constituiram cartel em contratos milionários junto a Petrobras.
Petrobras aparelhada

Fonte: Valor Econômico

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Costa entregou empresas que formaram cartel em contratos com a Petrobras

O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa apresentou aos investigadores da operação Lava Jato os nomes de empreiteiras que, segundo a apuração, podem ter se constituído em um cartel para obtenção de contratos milionários junto a Petrobras.

A delação premiada de Costa deverá contar com outros pormenores perseguidos há meses pelos investigadores, os detalhes sobre a suposta participação das empreiteiras Mendes Júnior, UTC/Constran, Engevix, Iesa, Hope RH e Toyo Setal em esquema investigado pela Lava Jato.

A acusação do Ministério Público Federal (MPF) afirma que as seis empreiteiras mantêm contratos ativos com a Petrobras, “ou ao menos tiveram avenças com a estatal nos últimos anos e doaram, juntas, R$ 35,3 milhões a partidos da base parlamentar de apoio ao governo federal na campanha de 2010″, afirma o MPF em uma das acusações formais a Costa.

Segundo levantamento da Receita Federal referente ao ano de 2011, constante da denúncia, as empresas Sanko Sider e Sanko Serviços, que de acordo com a acusação pertencem aos réus Marcio Bonilho e Murilo Barrios, receberam R$ 69.800.000,00 do Consórcio Nacional Camargo Corrêa (CNCC), o qual, segundo o MPF, havia recebido R$ 591.000.000,00 da Petrobras pela obra da Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco. A peça acusatória da força-tarefa diz que “na Sanko os recursos ilícitos foram separados e remetidos para a MO Consultoria, mediante contratos simulados, sendo que esta empresa recebia recursos de diversas outras sociedades integrantes da trama criminosa”, afirma. “A partir da MO Consultoria, o dinheiro desviado foi pulverizado entre diversas empresas e pessoas ligadas a Youssef, incluindo a Labogen Química, Indústria Labogen e Piroquímica. Uma quantia sacada em espécie”, acusa a denúncia.

O rastreamento das atividades de empresas de fachada que praticaram importações fraudulentas, de acordo com a acusação da operação Lava Jato, foi complementado com novos dados trazidos por Costa à investigação. O fato é considerado “prova cabal” de atividades ilícitas atribuídas à organização criminosa que, segundo Polícia Federal (PF) e MPF, foram desenvolvidas e ramificadas em vários Estados brasileiros e no exterior. O grupo é acusado de se apoderar da área de Abastecimento e Refino da Petrobras entre 2009 e 2014. Costa a dirigiu de 2004 a 2012, durante as gestões Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

O ex-executivo também relacionou nomes de funcionários que alega terem sido indicados por partidos da base de sustentação do governo para cargos na Petrobras. Segundo seu relato, tais nomeados por critérios predominantemente políticos compactuavam com o esquema e colaboraram para a sua manutenção. O MPF já teve acesso aos nomes, postos e período em que tais funcionários trabalharam na petrolífera. Os dados foram criptografados para evitar vazamentos.

O cruzamento de informações fornecidas por Costa com análises de interceptações telefônicas, quebras de sigilo bancário e fiscal, dados fornecidos pelo Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) e pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Fazenda, foi determinante para que a força-tarefa de procuradores da República responsável pela operação Lava Jato avaliasse como relevante e sinalizasse afirmativamente para o pedido de delação premiada solicitado pela defesa do réu.

As revelações de Costa, que serão formalizadas como uma delação premiada encaminhada à Procuradoria-Geral da República (PGR), conferem com o que a investigação já apurou, e ampliam o espectro e a profundidade do procedimento, na avaliação de envolvidos no caso.

Costa também já teria explicado aos investigadores o significado de anotações manuscritas apreendidas pela PF com grifos “já teve conversas com o candidato” e “está disposto a colaborar”. O MPF está convencido de que Costa “atuava na intermediação dessas contribuições junto a empresas que tinham contratos com a Petrobras“.

O Consórcio Nacional Camargo Corrêa afirma não ter nenhum envolvimento em qualquer irregularidade contratual envolvendo a Petrobras e que jamais fez repasses a outras empresas, apenas pagamentos a Sanko Sider, que foi escolhida pela Petrobras entre empresas certificadas para o Serviço. O CNCC também afirma que a defesa da Sanko Sider solicitou perícia técnica à PF sobre os contratos, que estão sendo confrontados pela investigação.

A UTC informou ter feito doações lícitas a partidos políticos, declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Afirmou também que todos os contratos com seus clientes seguiram e seguem rigorosamente os trâmites legais e ressaltou que tem 40 anos de história e mais de 130 clientes.

O Valor procurou a Mendes Júnior, mas não conseguiu uma reposta da assessoria de comunicação até o fechamento desta edição. Procuradas, Iesa e Engevix não responderam à solicitação até o fechamento da edição. Representantes das empresas Constran, Hope RH e Toyo Setal não foram localizados. A Sanko Sider não respondeu ao pedido da reportagem.

Ontem, a Controladoria Geral da União pediu acesso integral ao depoimento de Costa à Procuradoria-Geral da República. A previsão era que o material tivesse sido remetido de Curitiba a Brasília até o fim da tarde.


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SEGUNDO A REVISTA VEJA TEMOS A SEGUINTE NOTÍCIA:
Lava-Jato
Fornecedores da Petrobras sob suspeita financiaram campanha de 121 parlamentares em atividade

Na Câmara, 96 dos deputados eleitos receberam dinheiro de empresas investigadas. Senado tem 25 integrantes com contribuições de campanha feitas por companhias ligadas ao doleiro Alberto Youssef
Dos deputados e senadores da atual legislatura, pelo menos 121 receberam dinheiro oficialmente como doação de campanha de empresas investigadas pela operação Lava-Jato, da Polícia Federal. Um levantamento feito pelo site de VEJA nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revela que 96 dos parlamentares da Câmara e 25 do Senado estão na lista de beneficiados por repasses feitos por fornecedores da Petrobras. As doações foram feitas como manda o figurino, e não há até o momento qualquer suspeita sobre quem recebeu o dinheiro.

As empresas doadoras passaram a ser investigadas pela Lava-Jato porque depositaram recursos para a M.O. Consultoria - empresa de fachada do doleiro Alberto Youssef - ou porque foram cobradas a fazer doações pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. O grupo de congressistas eleitos atualmente em atividade recebeu, ao todo, 29,7 milhões de reais de um conjunto de 18 grupos empresariais sob suspeita.

Como mostrou reportagem do site de VEJA, os fornecedores da Petrobras agora investigados doaram, oficialmente, 856 milhões de reais a partidos e candidatos entre 2006 e 2012. Entre os parlamentares em atuação no Congresso, o PT desponta com 12,6 milhões de reais recebidos, seguido por PP (4,4 milhões) e PMDB (2,6 milhões). Parlamentares da oposição, como DEM e PSDB, também foram beneficiados com 2,1 milhões de reais e 2 milhões, respectivamente.

Os beneficiados pelos grupos suspeitos formam uma bancada multipartidária. E, para especialistas, isso cria riscos para o sucesso de investigações de qualquer CPI no Congresso que pretenda investigar irregularidades na Petrobras. “Não significa que todos vão defender os interesses desses grupos, mas, em qualquer decisão que se tome, tem que ser analisado se os parlamentares não servem aos interesses de financiadores. Isso só pode ser verificado na atuação concreta”, alertou o diretor-executivo da ONG Transparência Brasil, Claudio Weber Abramo.

Suspeita de ter liberado mais de 7,9 milhões de reais em propinas a Costa e Youssef, a Camargo Corrêa financiou 31 deputados federais e oito senadores em atuação no Congresso. Entre os suspeitos, é o grupo com maior quantidade de parlamentares financiados no poder. No Senado, foram beneficiados parlamentares como o líder do PT, Humberto Costa, e futuros candidatos petistas a governos estaduais, como Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR). Cada um recebeu 1 milhão de reais para tocar a campanha.

Leia também:
Empresas sob suspeita faturaram R$ 31 bilhões com a Petrobras na era PT
Família de ex-diretor da Petrobras comprou 13 imóveis nos últimos cinco anos

Na Câmara, o conglomerado financiou também a candidatura do líder do PMDB e comandante dos rebeldes na base do governo, Eduardo Cunha (RJ), com 500.000 reais. Oposicionistas como Beto Albuquerque, líder do PSB, e Mara Gabrilli (PSDemoticon também levaram recursos da empreiteira.

No Senado, Gleisi e Lindbergh são os parlamentares com maior volume recebido desse gupo de empresas. Cada um recebeu de cinco fornecedores envolvidos na operação. Só da OAS, que depositou 1,6 milhão de reais em contas da empresa de fachada comandada por Youssef, Gleisi recebeu um milhão de reais em doações oficiais na eleição de 2010, enquanto Lindbergh angariou 200.000 reais. A OAS financiou, no total, 24 deputados federais e sete senadores em exercício. É o segundo grupo em quantidade de parlamentares financiados.

Outra empresa diretamente ligada à empresa fantasma de Youssef é a Arcoenge, que depositou 491.000 reais em contas operadas pelo doleiro, e ajudou a eleger três deputados federais e um senador. Entre os beneficiados estão o líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), o oposicionista Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e o senador Magno Malta (PR-ES). Vicentinho ganhou 116.000 reais do grupo, Malta embolsou 100.000 e, Lorenzoni, 50.000 reais. Conheça a lista de parlamentares que receberam doações do grupo:

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

PETROBRAS - O ESCÂNDALO CONTINUA - CORRUPÇÃO - PROPINAS - SUPERFATURAMENTO

PeTrobras assinou contrato em branco com empresa holandesa

Bruno Chabas resolveu atualizar a correspondência quando viu um recado de Zoe Taylor-Jones, advogado da SBM, empresa holandesa que possui US$ 27,6 bilhões em contratos de navios e plataformas marítimas com a Petrobras. Eles lideravam a equipe que há meses revolvia os arquivos da diretoria recém-demitida. Rastreavam pagamentos de US$ 102,2 milhões em propinas a dirigentes da Petrobrás, intermediados pelo agente da companhia no Brasil Julio Faerman.

“Cavalheiros, sinto muito, mas esta é a última cereja do bolo”, ele escreveu a Chabas, presidente da SBM, e a mais quatro diretores, acrescentando: “Nós pagamos também a conta de telefone e de internet de Faerman”. Anexou uma fatura pendente de R$ 1.207,00 da operadora Sky.

Era 1h35m da madrugada de terça-feira, 17 de abril de 2012. Com a agenda da manhã seguinte sobrecarregada pela auditoria, Chabas mandou uma resposta irônica antes de dormir: “Essa relação nunca pára de me surpreender”.

Mais surpreendidos ficaram, dias atrás, os auditores e advogados do Tribunal de Contas da União, da Receita Federal e do Banco Central que analisaram para o Congresso a documentação dos negócios da Petrobrás com a SBM.

Comprovaram, por exemplo, que a diretoria da estatal subscreveu um contrato em branco para a construção do navio-plataforma P-57. Isso aconteceu na sexta-feira 1º de janeiro de 2008.

O contrato de construção da P-57 (nº 0801.0000032.07.2), que chegou à CPMI, não contém “informação expressa sobre seu valor”, relataram os técnicos, por escrito, à Comissão Parlamentar de Inquérito.

Na cláusula específica (“Quinta — Preço e Valor”), os campos simplesmente não foram preenchidos. Ficaram assim:

“5.1 O valor total estimado do presente CONTRATO é de R$ xxxxx (xxxx), compreendendo as seguintes parcelas:

5.1.1 R$ xxxxx (xxxx), correspondente aos serviços objeto do presente CONTRATO, sendo R$ _____ ( ) referente a serviços com mão-de-obra nacional e R$ _____ ( ), referente a serviços com mão de obra não residente;

5.1.2 R$ xxxxx (xxxx), correspondente aos reembolsos contratualmente previstos”.

QUASE UM ANO DEPOIS

Somente 207 dias depois — ou seja, passados sete meses — é que “esses valores foram ‘preenchidos’”, registraram os assessores da CPMI.

O “Aditivo nº 1” foi assinado na terça-feira 26 de agosto de 2008, mas ainda sem especificar os valores completos dos serviços nacionais e estrangeiros.

A plataforma P-57 foi vendida por US$ 1,2 bilhão à Petrobras. Por esse negócio, a SBM pagou US$ 36,3 milhões em propinas — o maior valor entre seus casos de corrupção no Brasil, como admitiu, em acordo de leniência com a promotoria da Holanda e o Departamento de Justiça dos EUA.

A empresa holandesa confessou ter distribuído US$ 102,2 milhões em subornos a dirigentes da Petrobras, entre 2005 e 2011. Assim, obteve 13 contratos de fornecimento de sistemas e serviços à estatal. Foram suas operações mais relevantes no país, durante os últimos cinco anos da administração Lula e no primeiro ano do governo Dilma Rousseff.

As propinas foram “para funcionários do governo brasileiro”, constataram a Receita e o Ministério Público da Holanda. Os pagamentos, segundo eles, fluíram a partir de empresas criadas pelo agente da SBM no Rio, Julio Faerman, no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas. Faerman controlava três (Jandell Investiments Ltd., Journey Advisors Co. Ltd. e Bien Faire Inc.) e partilhava outra (Hades Production Inc.) com o sócio carioca Luis Eduardo Barbosa da Silva.

Quem assinou o contrato da P-57 foi Pedro José Barusco Filho, que, na época, era gerente executivo da Diretoria de Engenharia e Serviços, comandada por Renato de Souza Duque.

No mês passado, Barusco se apresentou à procuradoria federal. Entregou arquivos, contas bancárias e se comprometeu a fazer uma confissão completa em troca da atenuação de penalidades. Informou possuir US$ 97 milhões guardados no exterior, dos quais US$ 20 milhões na Suíça já estão bloqueados. Duque foi preso e depois liberado. Agora, enfrenta acusações de corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência com políticos do Partido dos Trabalhadores. Ele nega tudo.

A comissão parlamentar de inquérito identificou outros sete funcionários da Petrobrás envolvidos no processo de compra da P-57. Eles são: Márcio Félix Carvalho de Bezerra; Luiz Robério Silva Ramos; Cornelius Franciscus Jozef Looman; Samir Passos Awad; Roberto Moro; José Luiz Marcusso e Osvaldo Kawakami.

Um ano depois da assinatura do contrato, a P-57 entrou no projeto de propaganda eleitoral do governo. Foi em outubro de 2009, quando Lula preparava Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil, para disputar a eleição presidencial de 2010.

O então presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, que é filiado ao PT, formatou um calendário de eventos. Escolheu o período entre o primeiro e o segundo turnos, em outubro de 2010, para o “batismo” da plataforma, sob a justificativa do 57º aniversário da estatal.

Era preciso, no entanto, garantir a entrega antecipada do equipamento. O diretor Duque e seu gerente Barusco recorreram ao agente da SBM no Rio. Faerman informou ser possível, mas a custos extras. Seguiu-se uma negociação com os funcionários Mario Nigri Klein, Ricardo Amador Serro, Antonio Francisco Fernandes Filho e Carlos José do Nascimento Travassos.

Em abril de 2010, Duque aprovou a despesa extraordinária pela antecipação da entrega da plataforma, apoiado por Barusco e outro gerente, José Antônio de Figueiredo.

Lula comandou o “batismo” da plataforma em comício em Angra dos Reis (RJ), na quinta-feira 7 de outubro. A antecipação da entrega para o evento, em meio à disputa presidencial, custou à Petrobras um extra de US$ 25 milhões. A SBM enviou US$ 750 mil líquidos para empresas de Faerman nas Ilhas Virgens Britânicas.

Tendo trabalhado por seis anos na estatal, nos anos 60, o agente da SBM no Rio conhecia como poucos os chefes, suas carreiras e as áreas de decisão na sede da Avenida Chile, no Centro. Mantinha encontros semanais com alguns.

Havia um padrão de abordagem, relata um engenheiro da Petrobras, evitando citar nomes. Iniciante na estatal, nos anos 90, passou a receber sucessivos elogios de um executivo da SBM no Rio, por seu desempenho nas avaliações dos projetos de afretamento de sondas e plataformas, etapa decisiva na rotina pré-contratual.

— Fiquei empolgado. Afinal, era um simples funcionário, estava começando e já recebia elogios de executivo de empresa de porte — contou. Um dia foi convidado para um jantar na Zona Sul.

A conversa suave, regada a vinho, derivou para seu trabalho na seção de custos de afretamentos. Depois de escolher o prato, o funcionário da Petrobras escutou uma proposta do representante, conhecido como o “homem forte” da SBM:

— Quero compartilhar com você parte da minha comissão — disse-lhe, apontando o dedo indicador para o alto, em alusão a eventuais lucros.

O incômodo à mesa é inesquecível:

— Não dormi naquela noite. Depois me convidaram várias vezes para trabalhar, até que desistiram.

No início de 2012, quando rastreava propinas pagas no Brasil, o advogado da empresa holandesa Zoe Taylor-Jones perguntou a Faerman sobre sua rotina de contatos, presentes e propinas a funcionários da Petrobrás. Ele negou, dizendo que se limitava a “enviar cartões de Natal”.

É certo que o agente da SBM no Rio mantinha uma rede de informantes no centro de decisões da estatal. Em junho de 2009, enviou a um dos chefes da companhia holandesa o projeto da Petrobras para criação de estações de liquefação de gás em alto-mar. “É informação muito confidencial nesse estágio e tem implicações muito sérias se alguma coisa vazar”, advertiu.

A cúpula em Amsterdã recebeu, também, uma cópia do “Plano Diretor do Pré-Sal”, classificado como “confidencial”, um mês antes de sua aprovação pela diretoria-executiva da Petrobras. O documento foi copiado com a senha “SG9W”, pertencente a Jorge Zelada, diretor Internacional. Ele admitiu, em audiência no Congresso, a propriedade, mas negou o repasse do plano do pré-sal.

— A senha é como uma assinatura digital — lembrou o gerente de segurança da estatal, Pedro Aramis, em outra audiência.

Neste domingo, a Petrobrás divulgou nota lembrando que, há dez meses, “tem se empenhado em apurar todas as relações entre representantes da empresa e representantes da SBM Offshore, buscando evidenciar eventuais desvios de conduta”. Acrescentou que, nesse período, “uma Comissão Interna investigou todos os empregados que tiveram participação direta ou indireta nos processos de contratação com a SBM, independente da posição gerencial ou técnica, passada ou presente, na companhia”.

“Mesmo sem encontrar evidências de suborno” — prossegue — recomendou-se a continuidade da apuração “de indícios de atos impróprios”. As informações obtidas “foram encaminhadas às autoridades”, conclui a Petrobrás.


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Fwd: Fw: Fwd: Fw: Dilma ainda não se deu conta da gravidade da ação contra a Petrobras nos EUA e manda seu ministro da Justiça conceder entrevistas patéticas

Antonio Dias Adv-A
13/12/2014
[Manter esta mensagem na parte superior de sua caixa de entrada]
Para:

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Ney Fonseca <@redelagos.com.br>
Data: 12 de dezembro de 2014
Assunto: Fw: Fwd: Fw: ilma ainda não se deu conta da gravidade da ação contra a Petrobras nos EUA e manda seu ministro da Justiça conceder entrevistas patéticas


Dilma ainda não se deu conta da gravidade da ação contra a PeTrobras nos EUA e manda seu ministro da Justiça conceder entrevistas patéticas

A presidente Dilma Rousseff, tudo indica, não está se dando conta de que, como diria o poeta, o dano pode ser maior do que o perigo. Está começando a sapatear à beira do abismo. Nesta terça, o procurador-geral da República prometeu agir com dureza contra os desmandos na Petrobras e cobrou a substituição de toda a diretoria. Estava num seminário, a que comparecera também José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, que assegurou que nada há contra a atual direção da empresa.

A presidente achou sua defesa tímida e o fez, pateticamente, convocar uma entrevista coletiva para reiterar que Graça Foster e equipe gozam da sua confiança. É evidente que isso não é tarefa para o titular da Justiça — afinal, existem, para tanto, um ministro das Minas e Energia e um chefe da Casa Civil. Ao mandar Cardozo pagar o mico, Dilma queria emprestar certa gravidade, digamos, “judicial” à prova de confiança. Há o risco de ninguém ter explicado a ela que ministro da Justiça não é… Poder Judiciário. Adiante!

O processo movido nos EUA por investidores que detêm ações da Petrobras tem potencial para levar a empresa à lona — a uma lona pior do que aquela em que está hoje. E notem: qualquer um que tenha os papéis, negociados entre 10 de maio de 2010 a 21 de novembro deste ano pode se juntar aos reclamantes até o dia 6 de fevereiro do ano que vem.

Sim, os fundos de pensão brasileiros que compraram papéis da Petrobras — Petros, Previ e Funcef — podem aderir. O governo fará de tudo para impedi-lo, mas eles têm autonomia para fazê-lo. É possível que eles tomem a decisão política de não agir contra a Petrobras. Mas aí as respectivas direções terão de prestar contar a seus sócios. E se os demais forem bem-sucedidos?

Dois escritórios movem as ações: o americano Wolf Popper, com sede em Nova York, e o brasileiro Almeida Law Advogados. Em entrevista a Geraldo Samor, da VEJA.com, o advogado André Almeida faz uma conta simples e, ao mesmo tempo, aterradora para a estatal brasileira. O valor de mercado da Petrobras caiu R$ 104 bilhões no período compreendido pela ação. Admitindo-se que 30% do capital da Petrobras esteja na forma de ADRs (as ações), o prejuízo a ser ressarcido poderia chegar a R$ 31 bilhões. Ocorre que, nos EUA, isso não é tudo: também há uma multa pelos chamados “danos punitivos”.

Sim, investimento em ações comporta riscos. A questão é o que fazer quando os exemplos de má governança se tornam tão escandalosamente evidentes e quando fica claro que uma quadrilha operava dentro da empresa. Faltaram advertências? Ao contrário. Não nos esqueçamos.

Em 2009, foi instalada uma CPI para apurar lambanças na estatal. Entre os fatos apontados no requerimento, podia-se ler:

“a) indícios de fraudes nas licitações para reforma de plataformas de exploração de petróleo, apontadas pela operação ‘Águas Profundas’ da Polícia Federal; b) graves irregularidades nos contratos de construção de plataformas, apontadas pelo Tribunal de Contas da União; c) indícios de superfaturamento na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, apontados por relatório do Tribunal de Contas da União”

O governo e o comando da empresa, presidida, então, pelo petista José Sérgio Gabrielli, fizeram questão de enterrar a investigação, afirmando que se tratava apenas de “guerra política”. Foi também em 2009 que o TCU recomendou a suspensão de repasses para obras da Petrobras, medida aprovada pelo Congresso. Mas Lula vetou e mandou soltar a dinheirama. Antes ainda, em 2007, o então advogado da estatal junto ao tribunal, Claudismar Zupiroli, enviou um e-mail à então secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, advertindo para o fato de que a empresa abusava do expediente de dispensar a Lei de Licitações.

Vale dizer: advertências e razões para investigar não faltaram. Com alguma competência e bom propósito, a roubalheira teria sido estancada. A chance de a Petrobras se meter numa encalacrada bilionária é gigantesca.

Mas Dilma prefere fazer de conta que nada está acontecendo e manda seu ministro da Justiça conceder entrevistas patéticas. “Ah, mas a atual diretoria da Petrobras não tem nada com isso!” Não importa! Ninguém está pedindo que seus integrantes sejam presos. Apenas se cobra que o comando da empresa seja entregue a técnicos, sem quaisquer vinculações políticas. Ou a sangria vai continuar.

Como se tem lembrado com propriedade, a Enron e a WordCom quebraram justamente na esteira de uma ação dessa natureza. Cuidado, Dilma!

Por Reinaldo Azevedo - VEJA

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

MARICÁ - ESTACIONAMENTOS PARTICULARES - ABUSO - TERRA SEM LEI

MARICÁ - ESTACIONAMENTOS PARTICULARES - ABUSO - TERRA SEM LEI

Em Maricá, Município do Estado do Rio de Janeiro, considerado por lei de iniciativa do Legislativo Estadual - Alerj - sem consulta a população local - como pertencente a Região Metropolitana, é acima de tudo uma “Cidade Sem Lei” que regulamente a exploração, por particulares, de espaços e áreas destinadas a estacionamentos particulares, havendo o fomento dos abusos justamente pela ausência de uma lei que organize e discipline o setor comercial.

Começaram, os proprietários destes estacionamentos, a anos passados, a cobrar o preço fixo de R$ 3,00 (três reais) e logo passaram para R$ 5,00 (cinco reais), numa clara demonstração de “cartel” do setor.

A Associação Comercial local em nada se manifestou ao longo destes anos do governo petista do prefeito quaquá, cujo o secretário municipal de transportes nada fez no sentido esperado pelos condutores ou proprietários de veículos, os usuários destes serviços.

Agora, nesta semana, houve um aumento violento na cobrança do estacionamento, passando para R$ 8,00 (oito reais) às vésperas do Natal e Ano Novo, uma majoração absurda de 62,5%.

Pesquisando na internet encontramos no blog “Alcaides e Edis” o seguinte projeto, e que sirva para inspirar o vereadores do município em questão, ou, ao senhor prefeito quaquá:
quinta-feira, 13 de março de 2014
PROJETO DE LEI MUNICIPAL - ESTACIONAMENTO PARTICULAR
PL - Projeto de Lei _____/ 2014.

            Ementa - Dispõe sobre a cobrança proporcional ao tempo efetivamente utilizado pelos serviços de estacionamento de veículos em estabelecimentos destinados ao aluguel de vagas.

            A Câmara Municipal de _________ aprovou e eu promulgo, nos termos do Artigo __ da Lei Orgânica do Município, os seguintes dispositivos do Projeto de Lei nº ____/14:

            Art. 1° - Fica assegurada aos consumidores usuários de estacionamento de veículos localizados na jurisdição e competência do Município de ____________, a cobrança proporcional ao tempo de serviço efetivamente prestado para a guarda do veículo, devendo a proporcionalidade ser calculada de acordo com a fração de hora utilizada, sem prejuízo dos demais direitos em face aos prestadores do serviço.
            Art. 2° - O cálculo do serviço de estacionamento deverá ser feito de acordo com a efetiva permanência do veículo, sendo que:
            § 1º - Para a primeira hora de estadia, a fração para o cálculo do valor do serviço não deverá ultrapassar 30 (trinta) minutos.
            § 2º - Para cada hora subseqüente, o valor cobrado não deverá exceder 30% do valor pago pela primeira hora.
            § 3º - Para o caso de estadia para determinado período do dia, bem como diárias e mensalidades, poderá ser fixado o valor aleatoriamente, independente da fração base para os demais cálculos.
            Art. 3 - Os responsáveis pela exploração de estacionamentos particulares deverão fornecer comprovante de estacionamento onde conste a placa do veículo, hora e minutos da entrada e da saída do local, e o valor correspondente pago, podendo ser emitido eletronicamente.
            § 1 - Os responsáveis pela exploração de estacionamentos particulares deverão manter na portaria ou entrada e em local visível, uma tabela com os valores e tempos praticados.
            § 2 - Os estacionamentos particulares deverão funcionar pelo período mínimo diário entre as 7 (sete) horas e 19 (dezenove) horas, tempo este a que ficarão sujeitos à tabela e cálculo fixado no artigo 2 desta lei.
            Art. 4° - O descumprimento desta lei acarretará em aplicação de multa diária contada da data da autuação, podendo resultar na cassação do alvará de funcionamento em caso de reincidência.
            § 1º - A multa que trata o caput deste artigo deverá ser destinada ao Fundo Municipal do Consumidor, observadas as disposições legais vigentes.
            § 2º - O Poder Executivo Municipal poderá regulamentar a presente lei, estipulando a multa a ser aplicada e o órgão responsável pela sua aplicação, cuja a multa não poderá ser inferior a uma UR - Unidade de Referência - do Município.
            Art. 5° - Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogando as disposições em contrário.
Município de ____________, em __ de __________ de 2014.

Nossas emendas ao presente anteprojeto:

Ao § 1º: - Para a primeira hora de estadia, a fração para o cálculo do valor do serviço não deverá ultrapassar 30 (trinta) minutos, e o valor correspondente não poderá ultrapassar a 2% (dois por cento) da Ufima em vigor.  

Ao Art. 4 - § 2º - O Poder Executivo Municipal poderá regulamentar a presente lei, estipulando a multa a ser aplicada e o órgão responsável pela sua aplicação, cuja a multa não poderá ser inferior a 10 (dez) Ufimas - Unidade Fiscal do Município - por cada violação.

Obs.: A UFIMA está fixada para 2014 em R$ 113,15.

* * *


CÚRCUMA - AÇAFRÃO-DA-TERRA

CÚRCUMA

Cúrcuma: especiaria e suplemento anti-inflamatório

O que é a cúrcuma?

A cúrcuma é na realidade uma família de plantas. Mas habitualmente, aquando da utilização do termo "curcuma” é para fazer referência à curcuma longa, curcuma domestica, açafrão-das-índias, turmérico, açafroa ou açafrão-da-terra. Não deve ser confundido com o açafrão pois são bem distintos.
Da raiz da planta é que se obtém a especiaria e os suplementos de curcuma.

Para que serve a curcuma?

Por ter cor amarela e um sabor muito característico e forte, utiliza-se na culinária para dar cor a pratos de sabor mais doce e para pratos de peixe, já que mascara o sabor mais intenso destes. Confere uma cor agradável a molhos, sopas e pratos de arroz.
É usado pela indústria alimentar como corante e o seu aroma também é usado em perfumes.

Os efeitos da curcuma devem-se principalmente ao seu conteúdo de curcumina. A utilização da curcuma traz benefícios a diversos níveis:

Capacidade anti-inflamatória

Ao contrário do Harpagophytum que tem efeito mais marcado a nível osteoarticular, a curcuma apresenta uma capacidade mais abrangente. A curcumina influencia as vias da inflamação, atuando em mediadores inflamatórios com o TNF-alfa. Existem inúmeros estudos que demonstram diminuição da inflamação e consequente benefício, em casos de artrite reumatóide, osteoartrite, Alzheimer, inflamação de vias respiratórias, diabetes, modulação da inflamação no tecido adiposo.

Discute-se ainda, o papel que a curcuma poderá ter na prevenção de doenças inflamatórias e não só na diminuição da inflamação já instalada.

Outros efeitos:
Existem estudos que referem capacidade de inibição de células cancerígenas e o seu efeito antioxidante é inegável.

A curcuma tem interesse também na recuperação hepática e no alívio de dores de estômago.
Na forma de pasta pode ajudar a pele a regenerar melhor.

A suplementação com curcumina pode influenciar o efeito de medicação/suplementação anti-coagulante (varfarina, aspirina, ginseng, alho, ginkgo biloba) e de medicação anti-inflamatória.

Que dosagens?

- Não se conhecem efeitos adversos para além de mal-estar digestivo em casos de dosagem excessiva;

- Não existe uma dose recomendada, mas enquanto suplemento, 500mg de curcumina, 2 a 4 vezes por dia já demonstraram efeito anti-inflamatório e de alívio digestivo;

 - Sempre que possa, se gosta do aroma e sabor, use curcuma na preparação das suas refeições ou faça infusões.

As especiarias e ervas aromáticas são fantásticas e há que aproveitar os benefícios que nos podem trazer pelo seu uso no dia a dia. Em algumas situações a suplementação pode justificar-se para um efeito mais marcado. Anti-inflamatórios naturais são sempre uma forma de fugir aos efeitos secundários da medicação anti-inflamatória.
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5 Alimentos para Nunca Comer!

 Ligue seus alto falantes e aproveite uma apresentação valiosa:


Resumo:
1. Sucos concentrado - de laranja e outros, com dextrose e etc...
2. Margarinas - e outros com gorduras trans, etc...
3. Pão de trigo integral - e outros cheios de carboidratos de alta caloria... (o stress inunda o corpo de cortisol e aí ele pede mais carboidratos) ...
4. Soja processada - leite, sucos, mingaus, pães, biscoitos, etc...
5. Milho - GM* - geneticamente modificado* - transgênicos... aspartame, canola, etc...

Melhor fazer pequenos lanches a cada 3h e bem balanceados - cha verde contra adiponictina - Ler o Livro “A Verdadeira História da Soja, da Dra. Kaialla Danniel”.

* Aviso de Responsabilidade: O Clube Slim Down não é uma organização médica. Não considere quaisquer informações apresentadas nesta apresentação como aconselhamento médico ou diagnóstico. Além disso, observe que os resultados obtidos ao usar o nosso programa não são típicos e podem variar entre os diferentes membros devido a diferenças na história individual de exercícios, genética, idade, sexo, motivação pessoal e outros fatores. Você deve sempre consultar o seu médico ou profissional de saúde qualificado antes de embarcar em um novo tratamento, dieta ou programa de fitness.

O que é esta Apresentação?

Nesta apresentação gratuita, mas valiosa, vamos compartilhar com você cinco alimentos que lhe foi dito que são "saudáveis", que pode na verdade aumentar o ganho de peso indesejado. Você provavelmente está comendo esses alimentos diariamente, e eles não apenas adicionam aqueles centímetros extras ao redor de sua barriga, mas igualmente podem impedir você de perder peso.

O que é o Clube Slim Down?

O Clube Slim Down é uma Rede Social especial, que fornece aos seus membros informações valiosas sobre dieta e nutrição.
Nosso objetivo é compartilhar com nossos membros importantes informações atualizadas, notícias, estudos recentes e dicas de nutrição. Você vai aprender quais os alimentos que você deve comer e quais deve evitar para perder peso e ser saudável. Nosso objetivo é fornecer informações simples e precisas para que os nossos membros sejam capazes de lembrar, compartilhar e usar praticamente.

O objetivo Programa do Clube Slim Down
O seu corpo possui um plano integrado para ser magro e saudável. Nós mostramos a você como comer os alimentos certos nas combinações certas para você poder ter o corpo que a natureza designou para você: em forma, atraente, saudável e energético.

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Você vai aprender a trocar alimentos processados e com produtos químicos e usar ingredientes integrais, não processados, para manter o açúcar no sangue equilibrado. Nós nos concentramos em otimizar nossas receitas com a quantidade certa de gorduras saudáveis, bem como com os carboidratos e proteínas adequadas para o seu corpo.

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Articles Artigos: O que acontece com seu cérebro em uma dieta - Por que você está com fome?
Você pode sentir fome em uma dieta, mas você não consegue realmente descobrir o porquê. Este é um problema comum e tem tanto a ver com o aspecto mental das coisas como com o físico. Este é um fenômeno que tem atormentado as pessoas de dieta durante anos porém há algumas respostas fáceis de entender. O problema é que você ...

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Um componente do café da manhã favorito em harmonia com frutas frescas. Delicioso...

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Cúrcuma

A cúrcuma é uma planta medicinal, também conhecida por açafrão-da-índia, açafrão-da-terra ou tumérico, muito utilizada para tratamento do fígado ou problemas gástricos.

A cúrcuma é uma planta com folhas longas e brilhantes com cerca de 60 cm com compridas raízes de coloração laranja. O seu nome científico é Curcuma longa e pode ser comprada em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação e até em alguns mercados pelo preço médio de 10 reais.

Para que serve a cúrcuma

A cúrcuma serve para o tratamento de problemas digestivos, como falta de apetite, indigestão ou acidez gástrica, problemas do fígado e da vesícula biliar, artrite, reumatismo, eczema, asma e psoríase. Além disso, a cúrcuma pode ser utilizada para diminuir os níveis de colesterol no sangue, inibir a formação de coágulos e aliviar os sintomas de tensão pré-menstrual.

Propriedades da cúrcuma

As principais propriedades da cúrcuma são a sua ação anti-inflamatória, antioxidante, antibacteriana e digestiva.

Modo de uso da cúrcuma

A parte mais utilizada da cúrcuma é o seu rizoma, no entanto, as suas folhas também podem ser utilizadas na preparação de alguns chás.

Infusão de cúrcuma: Colocar 1 colher de café de pó de cúrcuma em 150 ml de água fervente e deixar repousar por cerca de 10 a 15 minutos. Depois de amornar, beber até 3 xícaras por dia no intervalo das refeições.

Efeitos colaterais da cúrcuma

Os efeitos colaterais da cúrcuma estão relacionados com sua utilização excessiva, podendo causar irritação no estômago e enjoo.

Contraindicações da cúrcuma

A cúrcuma está contraindicada em pacientes que estejam tomando remédios anticoagulantes e com obstrução das vias biliares devido à pedra na vesícula. A cúrcuma na gravidez ou lactação só deve ser utilizada sob orientação médica.

Cúrcuma

Veja como pode usar a cúrcuma em:
Remédio caseiro para artrite reumatoide
Remédio caseiro para os triglicerídeos
Remédio caseiro para os triglicerídeos

Tatiana Zanin (Nutricionista)
Um ótimo remédio caseiro para baixar os triglicerídeos é o suco de abacaxi e bagaço de laranja, assim como o chá de cúrcuma.

Os triglicerídeos são uma espécie de gordura no sangue vinda da alimentação que, quando atingem valores acima de 200 mg/dl, podem ser prejudiciais ao organismo, principalmente para o coração, podendo causar aterosclerose ou derrame cerebral, por exemplo.

Assim, além destes remédios caseiros para os triglicerídeos, é importante o indivíduo fazer uma alimentação saudável constituída por saladas, legumes, verduras e carnes magras, não comer alimentos com açúcar, substituindo-o pelo adoçante, e preferir frutas frescas.
Suco de abacaxi e bagaço de laranja para baixar os triglicerídeos

O suco de abacaxi e bagaço da laranja é ótimo para baixar os triglicerídeos porque tanto o bagaço da laranja como o abacaxi possuem fibras solúveis que ajudam a diminuir a concentração de gordura na corrente sanguínea, contribuindo para baixar os valores de colesterol e triglicerídeos no sangue.

Ingredientes

2 copos de água
2 rodelas de abacaxi
1 laranja com bagaço
Suco de 1 limão
Modo de preparo

Bater todos os ingredientes no liquidificador, coar e beber diariamente, 2 vezes ao dia, de manhã e à noite.

Chá de cúrcuma para baixar os triglicerídeos

O chá de cúrcuma é um excelente remédio caseiro para baixar os triglicerídeos, pois esta planta medicinal contém propriedades antioxidantes que ajudam a eliminar as gorduras e toxinas do sangue e, consequentemente, os triglicerídeos e colesterol.

Ingredientes

1 colher (de café) de cúrcuma em pó
1 xícara de água
Modo de preparo

Colocar a água para ferver e, depois de fervida, juntar a cúrcuma. Tampar, deixar repousar durante 5 a 10 minutos, coar e beber 2 a 4 xícaras do chá por dia.

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Atenção: O Tua Saúde é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre de temas relacionados com saúde, nutrição e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.
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AÇAFRÃO-DA-TERRA

Açafrão-da-terra: planta medicinal com forte efeito antioxidante, tendo uma ação preventiva contra o câncer, pode ser encontrada em pó ou em cápsulas.

Nomes
Nomes em português: açafrão-da-terra, açafrão-da Índia, curcuma
Nome latim: Curcuma aromatica, Curcuma longa
Nome francês: Curcuma, safran des Indes
Nome inglês: curcuma
Nome alemão: Curcuma

Família - Zingiberaceae (Zingiberáceas)

Constituintes - Óleo essencial, curcumina

Partes utilizadas - Rizoma seco

Propriedades do açafrão - Antioxidante, antiinflamatório, amargo, anticoagulante, colerético

Indicações do açafrão
- Na prevenção do câncer, ação antioxidante da curcumina (um composto do curcuma).
- Contra os reumatismos, graças à sua forte ação antiinflamatória
- Contra o excesso de colesterol
- Contra a acidez gástrica, a síndrome do cólon irritavél, a "crise de fígado"
- Em dermatologia, para aplicação local (por ex.: em forma de cataplasma), o açafrão pode ajudar no tratamento da psoríase.

Efeitos secundários - Distúrbios gástricos (em alta dose)

Contra-indicações - Afecções gastro-intestinais, como oclusão das vias biliares, cálculos biliares

Preparações à base de açafrão-da-terra

- Pó de açafrão-da-terra, para consumir diretamente em uso interno (por ex: contra a gastrite) ou para uso externo, em forma de cataplasma.

- Cataplasma de açafrão-da-terra

- Cápsula de açafrão-da-terra

- Decocção de açafrão-da-terra

- Tintura de açafrão-da-terra

Onde cresce o açafrão-da-terra?
O açafrão é originário da Ásia e cresce principalmente na região da Índia e do sudeste da Ásia. 

Quando colher o açafrão-da-terra?
- Observações
- O açafrão-da-terra é uma planta clássica das medicinas asiáticas (indiana ou chinesa), mas nos últimos anos  fez uma aparição midiática  no ocidente, devido à sua ação antioxidante na prevenção do câncer.

- O açafrão-da-terra é naturalmente utilizado na cozinha indiana e serve para dar uma coloração amarelada aos pratos, no entanto, atualmente ele é mais utilizado como especiaria.

- Você deve saber que a curcumina é um importante antioxidante (contra o câncer) e anti-inflamatório do açafrão. Os consumidores podem ser induzidos a comprar para a culinária, o pó com uma taxa de 3/4 gramas por colher de chá, tituladas a 5/6% de curcumina, neste caso as pessoas podem não sentir os benefícios exceto sobre a digestão. Na verdade, para obter um efeito anti-inflamatório a dose da curcumina deve ser extremamente elevada. Pergunte ao seu farmacêutico para mais informações.

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