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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

HACKER REVELA FRAUDE EM ELEIÇÕES


FW: HACKER DE VOLTA REDONDA REVELA FRAUDE EM ELEIÇÕES 2012
Repassando...

From: flavioalexoliveira@hotmail.com
Subject: HACKER DE VOLTA REDONDA REVELA FRAUDE EM ELEIÇÕES 2012
Date: Fri, 14 Dec 2012 09:27:56 -0200

Por isso que sempre vencem nas eleições!!!
Vamos apurar!!!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
HACKER DE VOLTA REDONDA REVELA FRAUDE EM ELEIÇÕES 2012


Um hacker de 19 anos, morador do bairro Retiro em Volta Redonda, está sob proteção da Policia no Rio de Janeiro, após ter divulgado na segunda-feira como ele fraudou as eleições desse ano em favor de alguns partidos políticos. O rapaz, identificado apenas como Rangel, e que, de acordo com fontes não oficiais, já trabalhou em Volta Redonda no serviço secreto da policia, informou que através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro, sob a responsabilidade técnica da empresa Oi, ele interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça Eleitoral, modificou resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros – sem nada ser oficialmente detectado. De acordo com o rapaz, que estava acompanhado de um especialista de transmissão de dados e de um delegado de policia, o grupo atua entrando na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, os hackers atuam. Ele fazia parte de pequeno grupo que – através de acessos privilegiados à rede de dados da Oi – alterava votações antes que elas fossem oficialmente computadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Rangel acrescentou que  a fraude, era feita em benefício de políticos com base eleitoral na Região dos Lagos – sendo um dos beneficiários diretos dela, o atual presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado Paulo Melo (PMDB). O TRE não manifestou sobre o assunto e vai procurar detalhes sobre o ocorrido. Vídeos desse encontro, que aconteceu no auditório da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Rio de Janeiro, na capital, fora tirados do ar após terem sido postados no youtube. Autoridades, como a deputada Clarissa Garotinho, que esteve presente no encontro, ficaram perplexas e informaram que irão tomar providências.
Fonte: Site Vi o Mundo
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FW: FRAUDE NAS ELEIÇÕES --- DIVULGUEM!!! AINDA NÃO SE TINHA CERTEZA
           
18 dez (3 dias atrás)
                       
para mim
Repassando...

Date: Thu, 13 Dec 2012 17:59:05 -0200
Subject: Fwd: FRAUDE NAS ELEIÇÕES --- DIVULGUEM!!! AINDA NÃO SE TINHA CERTEZA
From: adias@nextcon.com
To: j.martinscosta@terra.com.br; marcus@hotmail.com; mauriciosimao1@hotmail.com; neyfon@redelagos.com.br

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: adias@nextcon.com - <adias@nextcon.com>
Data: 13 de dezembro de 2012 17:49
Assunto: FRAUDE NAS ELEIÇÕES --- DIVULGUEM!!! AINDA NÃO SE TINHA CERTEZA
Para: wmontes <wmontes@uol.com.br>, Wilson - WB Controladora de Vetores e Pragas <csjrj@ig.com.br>, luiscarlosjesus <luiscarlosjesus@hotmail.com>, lkutwak <lukutwak@uol.com.br>, tazmaniacpm <tazmaniacpm@hotmail.com>, TULIO FUZATO <tulio.fuzato@gmail.com>, RAUL ANTONIO CUNHA CRESPO <raul10@ig.com.br>, Fabio Caetano <fabiocp1984@ig.com.br>, Flavio oliveira <flaliveira@gmail.com>, gelsonmarcos <gelsonmarcos@uol.com.br>, carlos alberto lovate barbosa <c.lovate@ig.com.br>, humbertopaschoal <humbertopaschoal@uol.com.br>, Salomao Haidar <salomaohaidar@gmail.com>, Renato Chiraivas <stop.multas@yahoo.com.br>, Ney fonseca <neyfon@redelagos.com.br>, joao martins costa <j.martinscosta@terra.com.br>, jnascentes <jnascentes@uol.com.br>

Por Ápio Gomes - Um novo caminho para fraudar as eleições informatizadas brasileiras foi apresentado ontem (10/12) para as mais de 100 pessoas que lotaram durante três horas e meia o auditório da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Rio de Janeiro (SEAERJ), na Rua do Russel n° 1, no decorrer do seminário “A urna eletrônica é confiável?”, promovido pelos institutos de estudos políticos das seções fluminense do Partido da República (PR), o Instituto Republicano; e do Partido Democrático Trabalhista (PDT), a Fundação Leonel Brizola-Alberto Pasqualini.
Acompanhado por um especialista em transmissão de dados, Reinaldo Mendonça, e de um delegado de polícia, Alexandre Neto, um jovem hacker de 19 anos, identificado apenas como Rangel por questões de segurança, mostrou como — através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro, sob a responsabilidade técnica da empresa Oi – interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça Eleitoral, modificou resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros – sem nada ser oficialmente detectado.
“A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados  mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada”, explicou Rangel, ao detalhar em linhas gerais como atuava para fraudar resultados.
O depoimento do hacker – disposto a colaborar com as autoridades –  foi chocante até para os palestrantes convidados para o seminário, como a Dra. Maria Aparecida Cortiz, advogada que há dez anos representa o PDT no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para assuntos relacionados à urna eletrônica; o professor da Ciência da Computação da Universidade de Brasília, Pedro Antônio Dourado de Rezende, que estuda as fragilidades do voto eletrônico no Brasil, também há mais de dez anos; e o jornalista Osvaldo Maneschy, coordenador e organizador do livro Burla Eletrônica, escrito em 2002 ao término do primeiro seminário independente sobre o sistema eletrônico de votação em uso no país desde 1996.
Rangel, que está vivendo sob proteção policial e já prestou depoimento na Polícia Federal, declarou aos presentes que não atuava sozinho: fazia parte de pequeno grupo que – através de acessos privilegiados à rede de dados da Oi – alterava votações antes que elas fossem oficialmente computadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
A fraude, acrescentou, era feita em benefício de políticos com base eleitoral na Região dos Lagos – sendo um dos beneficiários diretos dela, ele o citou explicitamente, o atual presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado Paulo Melo (PMDB). A deputada Clarissa Garotinho, que  também fazia parte da mesa, depois de dirigir algumas perguntas a Rangel  - afirmou que se informará mais sobre o assunto e não pretende deixar a denúncia de Rangel cair no vazio.
Fernando Peregrino, coordenador do seminário, por sua vez, cobrou providências:
“Um crime grave foi cometido nas eleições municipais deste ano, Rangel o está denunciando com todas as letras –  mas infelizmente até agora a Polícia Federal não tem dado a este caso a importância que ele merece porque  ele atinge a essência da própria democracia no Brasil, o voto dos brasileiros” – argumentou Peregrino.
Por ordem de apresentação, falaram no seminário o presidente da FLB-AP, que fez um histórico do voto no Brasil desde a República Velha até os dias de hoje, passando pela tentativa de fraudar a eleição de Brizola no Rio de Janeiro em 1982 e a informatização total do processo, a partir do recadastramento eleitoral de 1986.
A Dra. Maria Aparecida Cortiz, por sua vez, relatou as dificuldades para fiscalizar o processo eleitoral por conta das barreiras criadas pela própria Justiça Eleitoral; citando, em seguida, casos concretos de fraudes ocorridas em diversas partes do país – todos abafados pela Justiça Eleitoral. Detalhou fatos ocorridos em Londrina (PR), em Guadalupe (PI), na Bahia e no Maranhão, entre outros.
Já o professor Pedro Rezende, especialista em Ciência da Computação, professor de criptografia da Universidade de Brasília (UnB), mostrou o trabalho permanente do TSE em “blindar” as urnas em uso no país, que na opinião deles são 100% seguras. Para Rezende, porém, elas são “ultrapassadas e inseguras”. Ele as comparou com sistemas de outros países, mais confiáveis,  especialmente as urnas eletrônicas de terceira geração usadas em algumas províncias argentinas, que além de imprimirem o voto, ainda registram digitalmente o mesmo voto em um chip embutido na cédula, criando uma dupla segurança.
Encerrando a parte acadêmica do seminário, falou o professor Luiz Felipe, da Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que em 1992, no segundo Governo Brizola, implantou a Internet no Rio de Janeiro junto com o próprio Fernando Peregrino, que, na época, presidia a Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj). Luis Felipe reforçou a idéia de que é necessário aperfeiçoar o sistema eleitoral brasileiro – hoje inseguro, na sua opinião.
O relato de Rangel – precedido pela exposição do especialista em redes de dados, Reinaldo, que mostrou como ocorre a fraude dentro da intranet, que a Justiça Eleitoral garante ser segura e inexpugnável – foi o ponto alto do seminário.
Peregrino informou que o seminário  será transformado em livro e tema de um documentário que com certeza dará origem a outros encontros sobre o mesmo assunto – ano que vem. Disse ainda estar disposto a levar a denuncia de Rangel as últimas conseqüências e já se considerava um militante pela transparência das eleições brasileiras: “Estamos aqui comprometidos com a transparência do sistema eletrônico de votação e com a democracia no Brasil”, concluiu. (OM)
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FW: VOCE CONFIA NO VOTO ELETRONICO?
Entrada
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Marcus Silva
           
18 dez (3 dias atrás)
                       
para mim
Repassando...

Date: Fri, 14 Dec 2012 21:38:41 -0200
Subject: Fwd: VOCE CONFIA NO VOTO ELETRONICO?
From: adias@nextcon.com
To: wmontes@uol.com.br; csjrj@ig.com.br; marcus@hotmail.com; j.martinscosta@terra.com.br; jnascentes@uol.com.br; gelsonmarcos@uol.com.br; flaliveira@gmail.com; fabiocp1984@ig.com.br; mauriciosimao1@hotmail.com; tulio.fuzato@gmail.com; tazmaniacpm@hotmail.com; luiscarlosjesus@hotmail.com; pczoner@hotmail.com; stop.multas@yahoo.com.br; claudio@claudioramos.com; creis147@gmail.com; raul10@ig.com.br; c.lovate@ig.com.br

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: carlos alberto lovate barbosa <c.lovate@ig.com.br>
Data: 14 de dezembro de 2012 17:17
Assunto: VOCE CONFIA NO VOTO ELETRONICO?
Para: Rogerio Lidizia <dhrogerio@uol.com.br>, HUDSON FIGUEIRA SILVA <hudsonfi@oi.com.br>, Robson Lidizia <robson74@globo.com>, "adias@nextcon.com -" <adias@nextcon.com>, adiasadias2012@hotmail.com, Aluizio Barbosa da Silva <aluiziobs@yahoo.com.br>, MARCELO ABREU NUNES NUNES <marceloa_nunes@hotmail.com>, Marcio Barbosa Marinho <mbmarcio@ig.com.br>, Isis Rocha Timotheo <isis.timotheo@gmail.com>, Leonardo Santana <leofariasant@hotmail.com>, mauro cavalcante <maurojcavalcante@gmail.com>, frank_22_rj@hotmail.com, Jorge Francisco <jfparedes@gmail.com>, joaocarlos@noalge.com.br, Jorge Luiz Sarmento <jorgelsarmento@gmail.com>, Ronaldo Lage <ronaldolage20@yahoo.com.br>, Tiudorico Leite Barboza <tiudorico@yahoo.com.br>, maria leite martinechen leite martinechen <milapaul@hotmail.com>, Guilherme Barbosa <homergui@hotmail.com>

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012 | 19:17
Voto eletrônico fraudado: a hora e a vez dos partidos
José do Vale Pinheiro Feitosa
O Partido da República (PR) e o Instituto Alberto Pasqualini – Leonel Brizola do PDT, além de membros de diversos partidos realizaram segunda-feira um seminário concorrido no auditório da Sociedade de Engenheiros e Arquitetos do Estado do Rio de Janeiro, onde se perguntaram: O voto eletrônico no Brasil é confiável? Participaram do evento o professor Pedro Rezende, da Universidade de Brasília, a advogada Maria Aparecida Cortiz, o jornalista Oswaldo Maneschy e o engenheiro Fernando Peregrino.

A pergunta do seminário deve surpreender muita gente com elevado espírito ufanista, que acha a nossa democracia superior apenas por efeito da rápida computação dos votos e chega até a olhar para os EUA como o desprezo de uma sociedade inferior por ainda votar e apurar pelos velhos métodos. Mas o efeito mais intenso da pergunta é sobre juízes, desembargadores e ministros que atuam na Justiça Eleitoral.
O Poder Judiciário, que tanto destaque tem nessa fase da vida política nacional em razão da aplicação de penas no processo do mensalão, passa a receber os efeitos da transparência que as luzes e os flashes midiáticos lhe expõem. É um poder humano, sujeito aos mesmos erros e corrupções dos demais poderes. A idéia dos três poderes na República é justamente este: o contrabalanço que tenderia a anular excessos humanos.
Saber se o voto eletrônico no Brasil é confiável expõe a Justiça Eleitoral. Por princípio: o voto livre, secreto e honestamente apurado é o móvel de toda a vida política nacional e o alicerce em que todas as instituições da sociedade se assentam. Por isso a sociedade é democrática. E já ficou demonstrado que o voto eletrônico no Brasil pode ser violado,  sem possibilidade de auditagem por partidos e pela população.
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MARKETING
Na verdade o modo como o marketing do voto eletrônico é construído levando a população a crer em santos quando os demônios agem por baixo dos panos, expõe o processo de representação política no Brasil à ótica da corrupção e da fraude. Ao se abrir o programa Divulga do TSE, que apresenta a contagem dos votos por candidato desde os vereadores até o Presidente da República, é rigorosamente impossível se acreditar nos resultados dada a blindagem política feita pela própria justiça.
É incerto que o candidato eleito não tenha sido derrotado e que o derrotado não tenha sido garfado em sua luta eleitoral. Enfim: é possível que o manifesto do povo tenha sido adulterado. E tal assertiva é parte da própria fraude de marketing do voto eletrônico: todo sistema de base matemática, como são os eletrônicos, são manipuláveis por interesses humanos. Por isso os sistemas de computação eletrônica têm simultaneamente versões que aperfeiçoam suas tarefas e que tentam ampliar a sua segurança. São as novas versões que sempre surgem, criando gerações de melhoria no processo.
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SISTEMA ARCAICO
Pois bem, além de sujeito à manipulação humana, o sistema de voto eletrônico brasileiro é arcaico e muito vulnerável, ainda se encontra na primeira geração,  quando já existem sistemas de terceira geração que permitem a auditoria do voto e a recontagem em caso de suspeição. A blindagem da Justiça Eleitoral ao atual voto eletrônico brasileiro, resistindo às mudanças mais democráticas, regride as eleições do país ao antes da Revolução de 30, quando era feita no chamado “bico de pena” sob a batuta dos coronéis do sertão.
Além da possibilidade de capturar a Justiça eleitoral por interesses políticos, o atual processo abre uma autoestrada para que meios privados, através dos canais de transmissão eletrônica das operadoras de redes da internet (redes de fibra ótica) sejam parte política dos resultados fraudados ou partícipe involuntária de grupos criminosos de fraude eleitoral.
No seminário foi apresentada uma investigação em que uma testemunha expôs um esquema criminoso de fraude do voto eletrônico através dos pontos de acesso das operadoras de telefone quando se adulteraram resultados diretamente nos pontos de totalização de votos dos tribunais regionais.
Na verdade a blindagem de marketing do voto eletrônico também é feita pelas grandes corporações de mídia, ao omitirem da sociedade estas questões e ao demonstrarem atos de fé sem qualquer verificação do contraditório. Seja qual for a causa que leve à Justiça Eleitoral a esta inércia diante de tantas evidências, inclusive de princípio, é preciso se retomar o poder ao povo e à política. Aos partidos que ontem tiveram suas respostas às perguntas que se fizeram não lhes restam alternativas, mesmo com suas contradições internas entre eleitos e derrotados, que não seja a ação política para evoluir democraticamente o sistema de voto no Brasil.

Voto eletrônico de terceira geração já.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG - Este artigo foi enviado por Mario Assis. No mesmo dia, José Guilherme Schossland nos mandou uma matéria que faz sucesso na internet, sobre um hacker que conseguiu invadir a urna eletrônica brasileira e alterou os resultados.
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 MAIS UMA VEZ... E ATÉ QUANDO? 
QUEM, HONESTO, VAI SE SUJEITAR A SER CANDIDATO PARA SER ROUBADO NA FONTE?
E AS URNAS ENXERTADAS? O QUE DIZER, MAIS? 
POR QUE O TSE E O TREs ABAFAM TAIS CASOS?

2 comentários:

  1. Que País é este? E a Maçonaria nada faz? Seria uma luz de esperança de fizessem alguma coisa. Mesmo que tenha que cortar a própria carne. E o Deputado Paulo Melo vai continuar impune? Muitas perguntas e respostas nenhuma. O acordo valeu para Maricá, Saquarema e Niterói? Parece que sim.

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  2. Em Saquarema-RJ aconteceu um fato muito estranho. Antes das eleições de 2012 era só andar pelas ruas e perguntar em quem o eleitor iria votar que a resposta era unânime: Pedro Ricardo, candidato da oposição. Pois bem, o rapaz perdeu em todas, eu disse todas as 173 urnas da cidade. Perdeu e perdeu de muito. O mais estranho é que hoje, dois meses após as eleições, você vai às ruas e os eleitores continuam unânimes em dizer que votaram em Pedro Ricardo. Seria muito mais cômodo para o eleitor dizer que votou na candidata vitoriosa. Mas não, o eleitor bate o pé afirmando que votou no outro. Curiosamente, é difícil encontrar alguém que confirme que votou na candidata vencedora, que coincidentemente é a esposa do deputado estadual Paulo Melo, presidente da ALERJ. Existem vários relatos da internet e inclusive vídeos no YOUTUBE atestando a vulnerabilidade das urnas eleitorais. Está lá pra quem quiser assistir. Esse triunvirato: Sérgio Cabral, Luiz Zveiter e Paulo Melo atenta contra a democracia. Todos os poderes encontram-se de um lado só da balança, prejudicando a alternância do poder, principal filosofia democrática. O fato é que não adianta espernear, pois o TSE, por mais que existam evidências que comprovem, jamais irá admitir fraudes em suas 'caixas pretas'. O ideal seria que a urna eletrônica emitisse, também, um cupom onde mostrasse em quem o eleitor votou. E que esse cupom fosse colocado numa urna tradicional ao lado dos mesários, para fins de comprovação posterior. Uma coisa é certa: nenhum outro país no mundo, depois de examinar, quis comprar nosso ‘avançadíssimo, rápido e moderno' método de escrutínio, nem o Paraguai.

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